ATIVOS: Revolução silenciosa transforma o envelhecer e projeta geração de 'superidosos'

O fenômeno é resultado direto de melhorias no acesso à saúde, evolução dos tratamentos médicos, prevenção de doenças crônicas e maior conscientização sobre hábitos de vida

ATIVOS: Revolução silenciosa transforma o envelhecer e projeta geração de 'superidosos'

Foto: Freepik

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Uma transformação profunda e silenciosa está em curso no Brasil e no mundo: o envelhecimento da população caminha lado a lado com avanços da ciência, da medicina e mudanças no comportamento humano, dando origem a um novo perfil de longevidade. Os jovens de hoje tendem a se tornar, nas próximas décadas, idosos mais saudáveis, autônomos e ativos, grupo que especialistas já chamam de “superidosos” pessoas que ultrapassam os 80 anos mantendo vitalidade física e intelectual.
 
O fenômeno é resultado direto de melhorias no acesso à saúde, evolução dos tratamentos médicos, prevenção de doenças crônicas e maior conscientização sobre hábitos de vida. Alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, estímulo cognitivo e cuidado com a saúde mental passaram a integrar a rotina de uma parcela crescente da população, influenciando positivamente a expectativa e a qualidade de vida.
 
Hoje, já chama atenção a postura ativa de muitos idosos que seguem trabalhando, estudando, viajando e participando intensamente da vida social mesmo após os 80 anos. No futuro, segundo especialistas, o que hoje causa espanto pode se tornar algo comum: uma multidão de veteranos saudáveis, independentes e produtivos, redefinindo o conceito tradicional de velhice.
 
Apesar do cenário promissor, o avanço não será homogêneo. Desigualdades econômicas e sociais ainda impõem limites severos a parcelas da população, que enfrentam dificuldades de acesso a serviços básicos de saúde, alimentação adequada e condições dignas de vida. Esses fatores podem impedir que muitos alcancem a longevidade com qualidade.
 
Ainda assim, celebrar a perspectiva de uma velhice mais ativa é visto como um passo importante para compreender o ideal possível de envelhecimento. Para pesquisadores, esse modelo serve como referência para políticas públicas, planejamento urbano, sistemas de saúde e relações de trabalho, que precisarão se adaptar a uma sociedade com mais idosos ativos e longevos.
 
A chamada revolução dos “superidosos” não se resume apenas a viver mais, mas a viver melhor, com autonomia, dignidade e participação social. Um movimento que, embora silencioso, promete transformar profundamente a forma como a humanidade enxerga o tempo, a idade e o próprio futuro.
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