COMO SABER?: Até 70% do mel vendido no Brasil pode ser falso, alertam especialistas do setor

Apesar da aparência semelhante, esses produtos não oferecem os benefícios associados ao mel natural

COMO SABER?: Até 70% do mel vendido no Brasil pode ser falso, alertam especialistas do setor

Foto: Freepik

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Um alerta preocupa consumidores em todo o país: grande parte do mel comercializado no Brasil não é mel de verdade. Estimativas do setor indicam que cerca de 70% dos produtos vendidos como “mel” podem ser, na prática, misturas de xarope de milho, açúcar e aromatizantes artificiais, sem valor nutricional ou terapêutico.
 
A fraude ocorre, principalmente, em produtos de baixo custo, comuns em mercados e feiras, vendidos a preços muito abaixo do mel puro. Apesar da aparência semelhante, esses produtos não oferecem os benefícios associados ao mel natural, como ação antioxidante, propriedades antimicrobianas e valor nutricional.
 
Como identificar se o mel é puro
 
Especialistas explicam que alguns testes simples podem ser feitos em casa para verificar a autenticidade do produto:
 
Teste da água fria: o mel puro tende a descer até o fundo do copo sem se dissolver rapidamente; o falso se espalha na água.
 
Teste do papel: o mel verdadeiro não umedece papel absorvente; o adulterado se espalha e molha.
 
Teste do fogo: o mel puro permite que o palito de fósforo acenda; o falso, por conter água, apaga a chama.
 
Teste da geladeira: o mel puro pode cristalizar ou permanecer líquido; o falso costuma endurecer como gelo.
 
Teste do vinagre: ao misturar mel, água e vinagre, o produto puro não forma espuma; o falso pode espumar.
Impactos para a saúde e para o consumidor
 
O consumo de mel falsificado não traz benefícios à saúde e equivale, na prática, à ingestão de açúcar disfarçado. Já o mel puro é reconhecido por seu uso tradicional na alimentação e como aliado em cuidados naturais, desde que consumido com moderação.
 
Orientação ao consumidor
 
A recomendação é comprar mel de fornecedores confiáveis, verificar rótulos, selos de inspeção e, sempre que possível, solicitar certificação de origem. Embora o preço do mel puro seja mais alto, o custo-benefício é superior quando se considera a qualidade e a segurança do produto.
 
Para comerciantes, a transparência também é estratégica: consumidores informados tendem a se tornar clientes fiéis, valorizando produtos autênticos e de procedência garantida.
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