Um produtor rural de 44 anos teve prejuízos após criminosos invadirem sua chácara, localizada na Linha 135, na zona rural de Vilhena, e matarem animais na propriedade.
Entre os animais encontrados mortos na manhã de quinta-feira (22) estavam uma porca-matriz com mais de 100 quilos e cinco leitoas, que pesavam entre 35 e 45 quilos.
Segundo relato do proprietário ao site Folha do Sul On Line, além de matar os animais dentro do chiqueiro, os invasores retiraram filhotes das barrigas das porcas prenhas.
Pelo menos oito leitõezinhos, que ainda não estavam completamente formados e nasceriam em cerca de 50 dias, morreram.
O produtor contou que morou na chácara com a família desde 2019, mas atualmente todos residem na área urbana. Mesmo assim, ele vai diariamente à propriedade, pela manhã e à tarde, para alimentar os animais.
No dia do crime, estava na cidade e só percebeu o que havia acontecido quando chegou ao local na manhã seguinte.
Além dos suínos, o produtor relatou o furto de aproximadamente 20 galinhas caipiras. A propriedade tem cerca de quatro hectares e fica a aproximadamente seis quilômetros da área urbana de Vilhena.
Suspeitos também teriam invadido propriedade vizinha
Conforme o relato do chacareiro, os rastros encontrados no local indicariam a participação de duas pessoas do sexo masculino e uma mulher.
Os suspeitos também teriam invadido a casa de uma vizinha, de onde levaram equipamentos eletrônicos e outros objetos, além de galinhas.
As marcas deixadas na região levantaram a suspeita de que os envolvidos tenham utilizado uma motoneta Honda Biz com uma carretinha para transportar os animais e os objetos furtados.
Até a publicação das informações pelo Folha do Sul On Line, os suspeitos não haviam sido identificados.
Produtor alerta moradores da região
Abalado com os prejuízos e a violência contra os animais, o proprietário fez um alerta a outros moradores da zona rural, destacando que os criminosos podem observar a rotina das famílias antes de agir.
“Fiquem atentos, pois esses vagabundos têm tempo para vigiar a nossa rotina”, alertou o produtor, que também levantou a suspeita de que o grupo possa estar agindo nas proximidades do Setor 19.
O caso chama a atenção para a preocupação com a segurança nas propriedades rurais do município, onde moradores e produtores dependem de cuidados constantes para proteger suas criações e seus bens.
Com informações e imagem da Folha do Sul On Line.