Muitas pessoas ainda carregam no braço cicatrizes deixadas por vacinas antigas, como a BCG e a vacina contra a varíola. Diferente das vacinas atuais, elas eram aplicadas nas camadas mais superficiais da pele, provocando uma reação intensa no local.
Durante o processo de cicatrização, o organismo formava tecido cicatricial, deixando marcas arredondadas ou afundadas que se tornaram comuns em várias gerações.
Essas cicatrizes representam um marco importante da medicina e da ciência, simbolizando o desenvolvimento da imunização contra doenças que durante décadas causaram milhares de mortes no mundo.
A vacina BCG, por exemplo, foi amplamente utilizada no combate às formas graves da tuberculose, enquanto a vacinação contra a varíola ajudou na erradicação da doença, considerada uma das maiores conquistas da saúde pública mundial.