HISTÓRIAS DE RONDÔNIA: Saiba quem é o Farmacêutico que desbrava a cultura rondoniense há mais de 30 anos - Fotos

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Foto: Divulgação

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Joaquim Cunha da Silva representa uma história literal de amor a Rondônia, ele é farmacêutico, bioquímico, especialista em Citologia Clínica e Georreferenciamento, porém além disso Joaquim é um verdadeiro aventureiro de terras rondoniense.

Dr. Joaquim, como é chamado, é gaúcho, porém de descendência indígena. Na sua adolescência foi um ativo militante do movimento dos estudantes e gostava de surfar pelas praias do Sul, porém foi em visita ao seu irmão, o sertanista da FUNAI, Aimoré Cunha da Silva, no ano de 1979 que Dr Joaquim teve o seu primeiro contato com o estado de Rondônia e depois se tornou um dos primeiros bioquímicos a se instalar no município de Rolim de Moura e região da Zona da Mata, iniciando assim sua paixão pela busca de conhecimento geográfico e cultural do estado que adotou como lar.

Suas aventuras estão além daquilo do habitual, Joaquim se aventura na pesquisa e tenta reviver com intensa pesquisa a história da terra há mais de 30 anos. Ele já conseguiu ao longo de todos esses anos obter achados de valores culturais incalculáveis e vive intensamente daquilo que faz, se destacando dentro da região pela vontade de procurar respostas para muitas das duvidas referente aos antepassados que andaram por essas terras.

PESQUISA

Joaquim realizou sua primeira expedição aos 22 anos de idade, junto com seu irmão Aimoré Cunha da Silva, nessa expedição estabeleceram contato com a tribo indígena NAMBIKWARA, na região de Chupinguaia. Nessas buscas no meio da floresta o Dr. Joaquim passou por aventuras impressionantes como na vez em que estava no meio do mato com uma equipe de televisão japonesa procurando uma tribo de índios que ainda não haviam entrado em contato com o homem branco e ser recebido pelos nativos com flechadas, porém, segundo ele, esse trabalho era de extrema importância, pois, o Dr. Joaquim não estava indo para perturbar os índios na tribo, ele estava indo para preparar os índios para uma intervenção que o homem branco iria fazer naquela tribo. Naquela época o estado de Rondônia recebia pessoas vindo de todas as partes do país e o contato do índio com o colono branco era inevitável. Uma vez estabelecido o contato com os nativos, ele e o seu irmão estudaram dados do solo, registraram momentos e fatos importantes da história naquele período de descoberta.

Seus achados - pedras esculpidas, fósseis e objetos antigo - com certeza atravessarão o tempo pela dedicação elaborada em uma pesquisa profunda e detalhista e que poderão fornecer respostas para que gerações futuras entendam melhor como se organizavam as culturas antigas que habitavam a região que hoje abriga o estado de Rondônia.

 

CONFIRA FOTOS FEITAS POR JOAQUIM EM SUAS EXPEDIÇÕES:

 

 

 

 

 

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