O sistema considera informações fornecidas pelos próprios usuários e cruza esses dados com pesquisas científicas
Foto: Divulgação
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Um aplicativo baseado em inteligência artificial chamou atenção ao propor uma pergunta incomum: quanto tempo uma pessoa ainda pode viver? O Death Clock, nome que pode ser traduzido como “Relógio da Morte”, utiliza dados relacionados à longevidade para fazer uma estimativa individual sobre a expectativa de vida.
Lançada em julho, a ferramenta já teria sido baixada cerca de 125 mil vezes. Para chegar às previsões, o sistema considera informações fornecidas pelos próprios usuários e cruza esses dados com pesquisas científicas sobre fatores associados à longevidade.
A tecnologia foi desenvolvida a partir de um conjunto que reúne mais de 1.200 estudos sobre expectativa de vida. As pesquisas utilizadas no treinamento envolvem aproximadamente 53 milhões de participantes, formando uma extensa base de informações para o funcionamento do aplicativo.
Entre os aspectos analisados estão hábitos alimentares, prática de atividades físicas, qualidade do sono e níveis de estresse. A partir dessas informações, o Death Clock gera uma estimativa sobre a possível data de morte, mas o resultado representa apenas uma previsão baseada em dados, e não uma certeza sobre o futuro de uma pessoa.
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