O caso do caminhoneiro "Maratonista" e da prestadora de serviço sem paciência para prorrogação
Foto: Rondoniaovivo
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O que era para ser uma pausa rápida para descanso na BR-364, em Porto Velho, virou caso de polícia e de pura contabilidade na madrugada deste domingo (02).
Segundo informações registradas no local, a negociação inicial previa um investimento de R$ 150. No entanto, demonstrando forte espírito de liquidação, a profissional aplicou um desconto camarada, fechando o contrato por R$ 100.
O problema é que o preço caiu, mas o tempo não.
Após um período prolongado de tentativas sem que o cliente atingisse a "linha de chegada", a profissional decidiu encerrar o expediente por ali mesmo.
A justificativa? O relógio não para e o motorista parecia estar com o freio de mão puxado.
Mesmo com a interrupção prematura do serviço, ela exigiu o pagamento proporcional combinado (os R$ 100). O caminhoneiro, por sua vez, alegou descumprimento de meta e se recusou a abrir a carteira, sustentando a tese de que "serviço incompleto não se paga".
Diante do impasse comercial, a Polícia Militar foi acionada para arbitrar a disputa.
Após uma conversa diplomática entre os policiais e os envolvidos, ficou decidido que tempo é dinheiro. O motorista entendeu a mensagem, tirou a nota de R$ 100 do bolso e quitou a dívida do "atraso".
Com o acerto de contas realizado na base da conversa, a ocorrência foi encerrada ali mesmo no pátio do posto, sem necessidade de ninguém rebocar a história até a delegacia.
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