DISPAROU: Sargento da PM é preso após atirar durante briga familiar por sumiço de arma

Mulher afirmou que o marido apontou e disparou três vezes em sua direção após gritar que "ninguém sairia dali vivo" enquanto a arma .40 não aparecesse

DISPAROU: Sargento da PM é preso após atirar durante briga familiar por sumiço de arma

Foto: Rondoniaovivo

Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.​

  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
27 pessoas reagiram a isso.

 

Uma briga de casal quase terminou em tragédia na madrugada deste domingo (14), no bairro Tancredo Neves, na zona Leste de Porto Velho (RO).

 

Um sargento da Polícia Militar de 41 anos foi preso após ser acusado de efetuar disparos de arma de fogo durante uma crise de ciúmes e exaltação emocional dentro da residência da família.

 

​Tudo começou quando o próprio policial militar ligou para a PM solicitando apoio, alegando que uma de suas armas havia sumido após um desentendimento com a esposa de 41 anos.

 

​Ao chegar à residência, os policiais encontraram o ambiente em clima de extrema hostilidade. Segundo relatos de testemunhas, o militar, em estado de grande exaltação, invadiu o cômodo anexo onde mora a sogra e revirou violentamente os guarda-roupas e pertences da idosa, acusando a esposa de ter escondido seu armamento de uso restrito.

 

​Durante as buscas, o comandante da guarnição acabou localizando a arma em questão, uma pistola Taurus calibre .40 cromada, que estava enrolada em uma toalha dentro de uma gaveta do próprio guarda-roupas do casal.

 

​A situação ganhou contornos mais graves com o depoimento da sogra do militar. Ela relatou à polícia que diante do descontrole do genro, precisou correr no meio da madrugada carregando a neta de apenas sete anos para se abrigar na casa de uma vizinha.

 

Segundos depois ela e a vizinha ouviram uma sequência de três disparos de arma de fogo vindos da casa.

Na Central de Flagrantes, a esposa entregou uma carta escrita de próprio punho com graves acusações. Ela afirmou que o marido apontou e disparou três vezes em sua direção após gritar que "ninguém sairia dali vivo" enquanto a arma .40 não aparecesse.

 

Conforme o relato dela, o policial só não continuou atirando porque a própria mãe dele o abraçou para contê-lo.

​Apesar da gravidade da acusação feita na delegacia, a Polícia Militar registrou que a versão da esposa mudou ao longo da ocorrência.

 

No primeiro momento, ainda no local dos fatos, ela havia dito aos policiais que não sofreu ameaças diretas ou agressões físicas, e que correu assim que o marido sacou a arma, não sabendo precisar para onde os tiros foram apontados.

 

​Além disso, os policiais realizaram uma varredura minuciosa pelo imóvel e não encontraram nenhuma cápsula deflagrada, estojo de munição ou marcas de impactos de bala nas paredes.

 

​A esposa apontou que o marido possui duas armas registradas e que os tiros foram disparados por uma pistola Taurus G2C, que teria sido recolhida e escondida pelo pai do militar logo após o crime.

 

Essa segunda arma não foi localizada pela PM. No entanto, a pistola .40 cromada e 10 munições intactas foram apreendidas.

 

​O policial militar não resistiu à abordagem, colaborou com os colegas de farda e foi conduzido sem a necessidade de algemas para a Central de Flagrantes, onde foi autuado pelo crime de disparo de arma de fogo.

Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

CLASSIFICADOS veja mais

EMPREGOS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

DESTAQUES EMPRESARIAIS

EVENTOS

Instale o app do Rondoniaovivo.com Acesse mais rápido o site