A Polícia Civil de Rondônia deflagrou nesta sexta-feira (14), em Vilhena, a Operação “Última Chamada”, voltada à identificação e recuperação de aparelhos celulares que possuem restrições relacionadas a furto, roubo ou outros crimes.
Durante a ação, diversos usuários receberam mensagens em seus celulares informando sobre a necessidade de comparecimento a uma unidade policial.
Diante da quantidade de comunicações, a Polícia Civil emitiu um alerta: as mensagens são oficiais e não se tratam de golpe ou tentativa de fraude.
A operação integra a segunda fase do Programa Celular Seguro – Base Nacional de Celulares com Restrição (BNCR) e é realizada em conjunto com a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENASP/MJ) e Polícias Civis de todo o país.
Recebeu a mensagem? Saiba o que fazer
Segundo a Polícia Civil, as mensagens foram encaminhadas para aparelhos identificados nas bases de dados policiais como vinculados a registros de crimes ou que apresentam algum tipo de restrição.
Quem recebeu a comunicação não deve ignorá-la e deve procurar a UNISP de Vilhena para verificar a situação do aparelho e receber orientações sobre os procedimentos necessários.
A Polícia Civil ressalta que o atual usuário do celular pode ter adquirido o aparelho posteriormente, sem saber que existia qualquer restrição relacionada à origem do equipamento.
Por isso, o comparecimento à unidade policial também é importante para esclarecer a situação e buscar a regularização do aparelho, quando cabível.
Os atendimentos devem ser realizados de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. A orientação é levar o aparelho celular mencionado na mensagem.
Combate ao mercado de celulares roubados
A Operação Celular Seguro tem como um dos objetivos combater não apenas os furtos e roubos de celulares, mas também a cadeia de circulação desses equipamentos.
A identificação e recuperação de aparelhos com restrições criminais contribuem para combater a receptação e reduzir o mercado clandestino de celulares, diminuindo o interesse econômico por esse tipo de crime.
A Polícia Civil reforça, entretanto, que os destinatários das mensagens devem adotar cuidados básicos de segurança.
Não é necessário fornecer senhas, dados bancários ou informações pessoais por telefone ou aplicativos.
Em caso de dúvida sobre a comunicação recebida, a recomendação é procurar diretamente a Polícia Civil na UNISP de Vilhena, onde o cidadão poderá confirmar a situação do aparelho e receber as orientações necessárias.