Corregedoria garante que mais de 50 PMs serão expulsos da corporação

Nos próximos meses, conforme o corregedor-geral da PM de Rondônia, coronel PM Carlos, cerca de 50 policiais militares, de soldado a sargento, devem ser demitidos.

Corregedoria garante que mais de 50 PMs serão expulsos da corporação

Foto: Divulgação

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São 22 casos de Porto Velho, três de Ji-Paraná, dois de Cacoal e um de Jaru

Questionada sobre casos de policiais militares envolvidos em crimes e qualquer desvio de conduta, a Corregedoria da Polícia Militar promete tolerância zero a PMs que não se enquadram nos padrões disciplinares da corporação e garante que maus PMs serão excluídos.

Nos próximos meses, conforme o corregedor-geral da PM de Rondônia, coronel PM Carlos, cerca de 50 policiais militares, de soldado a sargento, devem ser demitidos.

O coronel explica que há na Procuradoria Geral do Estado (PGE) de 20 a 25 casos de policiais investigados pela Corregedoria com processos tiveram parecer favorável à demissão. Porém, lembra o corregedor que a exclusão do policial dos quadros da PM só pode ser feita após a análise da PGE. E, se favorável à exclusão. Esses casos se arrastam na Procuradoria desde o ano de 2005. Além disso, a Corregedoria está finalizando mais 28 processos administrativos disciplinares de caráter demissório que serão encaminhados à PGE. São 22 casos de Porto Velho, três de Ji-Paraná, dois de Cacoal e um de Jaru.

O coronel PM Carlos frisa que nos últimos seis anos praticamente não houve demissão de policiais, pois a PGE não teve como analisar os casos. “Sabemos que a PGE vive abarrotada de processos e que essas análises não foram tratadas como prioritárias”, completa o corregedor-geral, que responde temporariamente pelo subcomando geral da PM.

De acordo com o coronel PM Carlos, entre os casos que aguardam análise da Procuradoria Geral do Estado estão processos de policiais envolvidos em assassinato, tráfico de drogas, furto e roubo. Dos processos antigos, o coronel cita um como exemplo dos problemas que a corporação e até a população enfrenta. É o caso de um policial que foi condenado por tráfico de drogas, cumpriu pena e até hoje está na PM. Carlos diz que o policial não foi demitido da corporação porque o caso não chegou a ser analisado pela PGE.

Ele diz que o Comando da PM se reuniu com a procuradora geral do Estado, Rejane Sampaio, para tratar do assunto. “A procuradora-geral demonstrou total interesse em solucionar todos os recursos dos processos administrativos disciplinares da Polícia Militar que estão na PGE”.

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