Em 74 a.C., “um grande objeto apareceu nos céus, envolto em chamas e com a forma de um odre de vinho (pithos), com a cor de prata derretida“. Autores da estatura de Andreas Faber-Kaiser escreveram sobre o aparente interesse do fenômeno em batalhas — e sua tendência a intervir nelas em favor de um lado ou do outro — enquanto Salvador Freixedo observou a respeito dessas inteligências:
“Se o que elas desejam são vidas humanas violentamente ceifadas — e de preferência acompanhadas de derramamento de sangue — então devemos concordar que a guerra serve como mais um instrumento perfeito para seus fins”.
Em sua História Natural, Plínio, o Velho, relata um evento intrigante de 76 a.C.:
“No céu, avistaram-se as chamas ardentes de uma estrela; à medida que descia, diminuía de tamanho até não ser maior que a Lua, mas, posteriormente, ascendeu novamente ao firmamento, transformando-se em pura luz.”