Esse som cósmico enigmático vem da constelação de Scutum, nas profundezas da Via Láctea.
A descoberta foi feita pelo Murchison Widefield Array, na Austrália. Os cientistas ficaram chocados ao analisar os arquivos e perceber que o mesmo padrão rítmico de cinco minutos de duração já aparecia em dados desde o ano de 1988.
Eles suspeitam de uma estrela de nêutrons ou um magnetar, mas o comportamento bizarro desse objeto poderoso não se encaixa em nenhum modelo da astrofísica atual.