Um estudo realizado nos Estados Unidos aponta que a falta de sono é um dos fatores que mais reduzem a longevidade, ficando atrás apenas do tabagismo e superando impactos associados à dieta, à atividade física e até à solidão.
A pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, avaliaram dados de um amplo banco nacional, e compararam a expectativa de vida média de 3.143 condados americanos com informações sobre hábitos de saúde coletadas pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) entre 2019 e 2025.
O objetivo foi identificar quais comportamentos apresentam maior associação com o tempo de vida da população. Os resultados mostraram que o sono insuficiente está fortemente associado a uma menor expectativa de vida.
Segundo o levantamento, dormir pouco teve efeito mais negativo do que manter uma alimentação inadequada, não praticar exercícios físicos ou viver em isolamento social. Especialistas destacam que o descanso é um pilar central da saúde.