CUSTO DE VIDA: O que ficou mais caro e mais barato no bolso do brasileiro em 2025

O IBGE faz a medição mensal dos custos essenciais para a vida do cidadão brasileiro

CUSTO DE VIDA: O que ficou mais caro e mais barato no bolso do brasileiro em 2025

Foto: Reprodução

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O IPCA-15, prévia da inflação calculada pelo IBGE, mostrou que 2025 foi um ano de contrastes para o consumidor. Embora o índice geral tenha desacelerado, alguns produtos e serviços subiram com força e pesaram no orçamento das famílias — enquanto outros ajudaram a aliviar a conta do supermercado.
 
Os grandes vilões do ano foram o transporte por aplicativo e o café moído. Os dois itens dispararam 45,38% e 41,84%, respectivamente.
No caso dos aplicativos de transporte, a combinação de preços dinâmicos, custos operacionais mais altos e menor oferta de motoristas elevou as tarifas. Já o café sentiu os efeitos de problemas climáticos nas regiões produtoras, que reduziram a oferta e pressionaram o preço do grão.
 
Outros itens também encareceram acima da média. O consumidor pagou mais caro por:
 
  • Pimentão:+29,93%
  • Chocolates:+27,84%
  • Joias:+27,04%
 
Esses aumentos refletem desde dificuldades de produção agrícola até pressões de custo na cadeia industrial e mudanças no padrão de consumo.
 
Se por um lado alguns preços “decolaram”, por outro houve produtos que tiveram quedas expressivas, ajudando a conter a inflação — especialmente no grupo de alimentação no domicílio. Entre as maiores reduções estão:
 
  • Abacate:−44,82%
  • Laranja-lima:−35,33%
  • Feijão-preto:−31,82%
 
Essa deflação em itens básicos fez com que algumas capitais registrassem até mesmo queda pontual nos índices mensais.
 
 
No balanço geral, 2025 mostrou que a inflação não é sentida da mesma forma por todos: quem depende mais de transporte por aplicativo ou consome café com frequência percebeu um impacto maior, enquanto famílias com cesta alimentar focada em produtos que caíram de preço sentiram certo alívio.
 
E para você — o que ficou mais caro e o que barateou no seu dia a dia este ano? Compartilhe sua percepção: ela ajuda a entender como a inflação chega, de fato, ao bolso do brasileiro.
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