A mais recente operação da Polícia Federal (PF) e do Ibama teve grande repercussão em Rondônia.
Na última semana, 20 dragas foram destruídas durante a Operação Nêmesis no rio Madeira, em Porto Velho. A violência e o poder de destruição chamaram mais uma vez a atenção para a ineficiência desse tipo de ação na Amazônia.
Um dos grandes críticos desse tipo de operação, o senador Jaime Bagattoli (PL) recebeu a presidente da Cooperativa dos Garimpeiros da Amazônia (COOGAM), Tânia Sena, para tratar da situação dos trabalhadores que tiveram suas balsas e equipamentos destruídos.
Em sua fala, Bagattoli lembrou que vai continuar buscando saídas junto aos órgãos para evitar episódios como este e também o respeito às famílias e aos trabalhadores que estão regularizados.
“A fiscalização é necessária e as atividades ilegais precisam ser combatidas. Mas também precisamos olhar para as famílias que dependem desse trabalho e para quem investiu uma vida inteira nesses equipamentos. Como senador, vou buscar alternativas junto aos órgãos competentes para evitar a destruição dos maquinários, respeitar quem está regularizado e garantir segurança jurídica aos trabalhadores”, declarou o senador.
Ao longo do seu mandato, Bagattoli já teve várias iniciativas sobre o tema.
Uma delas foi presidir uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) que analisou o projeto de lei que busca aprimorar o controle sobre a origem, compra, venda e o transporte de ouro no país.
Na época, a audiência contou com as presenças de representantes da PF, do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pesquisadores da área de Mineração e Energia, entre outros.