Os possíveis atos ilícitos culminaram na deflagração da operação “Imprevidência” pela Polícia Federal que prendeu quatro pessoas e cumpriu mais de 30 mandados judiciais.
Foto: Divulgação
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O prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif (PSB), concedeu entrevista coletiva na sede da SEMPLA (Secretaria Municipal de Planejamento), na tarde desta segunda-feira (12), para esclarecer as acusações de fraudes em fundos de investimentos através do IPAM (Instituto de Previdência de Porto Velho).
Os possíveis atos ilícitos culminaram na deflagração da operação “Imprevidência” pela Polícia Federal, que prendeu quatro pessoas e cumpriu mais de 30 mandados judiciais.
Nazif negou que tenha acontecido tais ações criminosas em sua administração. “Não houve aplicação de nenhum centavo em fundos de investimentos, a economia do país é frágil e esses fundos de investimentos são de risco, desde 2013 a determinação do prefeito foi não a essa prática”, disse o prefeito.
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O prefeito afirmou, que no ano 2012, ainda na gestão de seu antecessor Roberto Sobrinho (PT), houve um investimento dessa espécie na ordem de R$ 78 milhões. “Investiram esse dinheiro em um fundo poder e sobrou apenas R$ 37 milhões, a prefeitura abriu tomada de conta especial e o TCU já imputou a responsabilidade aos responsáveis”, falou Nazif.
Sobre a operação deflagrada pela Polícia Federal, Nazif disse que houve uma denúncia e a polícia está apurando os fatos e não seria ele que iria interferir ou criticar essa ação, já que de acordo com ele se houve a tentativa dentro do IPAM da realização dessa prática criminosa a resposta para isso foi não.
“O exemplo tem que vir do chefe maior, a determinação minha é de que não faça essas práticas, se houve pressão á servidores públicos eles teriam que responder pelos atos. Eu não colocaria em risco o dinheiro do servidor”, concluiu Nazif.
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