SEM RESPIRAR: Tribo tem homens que ficam 13 minutos debaixo d’água

Eles mergulham repetidamente por cerca de oito horas por dia

SEM RESPIRAR: Tribo tem homens que ficam 13 minutos debaixo d’água

Foto: Reprodução

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Os Bajau, também conhecidos como nômades do mar, são um exemplo impressionante de seleção natural. Essa tribo passa a maior parte da vida no universo marítimo coletando crustáceos do fundo do mar. Os bajau vivem no sul das Filipinas, Indonésia e Malásia. De acordo com estimativas aproximadas, eles totalizam, aproximadamente, um milhão de pessoas e, dentre essa população, existem homens que ficam 13 minutos debaixo d’água sem respirar.
 
Como eles vivem há mais de mil anos em barcos e casas flutuantes, se movimentando pelo sudeste asiático, eles desenvolveram habilidades para prosperar no ambiente aquático. Justamente por isso que os homens dessa tribo conseguem ficar 13 minutos debaixo d’água, sem respirar. Para ser ter uma noção, nos mergulhos eles podem ir até 70 metros de profundidade e eles levam consigo somente um conjunto de pesos e um par de óculos.



 
Eles mergulham repetidamente por cerca de oito horas por dia, com cada mergulho variando de entre 30 segundo a vários minutos. Basicamente, eles gastam, aproximadamente, 60% do seu tempo debaixo d’água.
 
 
Homens que ficam 13 minutos debaixo d’água sem respirar
 
A habilidade dos homens que ficam 13 minutos debaixo d’água sem respirar vem, provavelmente, de uma adaptação no baço. Mesmo ele não sendo um dos órgãos nobres, e as pessoas conseguindo viver sem ele, quando ele é presente ajuda a sustentar o sistema imunológico e os glóbulos vermelhos.
 
Segundo a National Geographic, um estudo publicado, em 2018, no periódico científico Cell, o baço dos bajaus é 50% maior quando comparado com outros povos. O tamanho, desproporcionalmente, grande do órgão é uma vantagem para esse povo viver nas profundezas, como é visto em outros estudos feitos com mamíferos marinhos como as focas.
 
A cultura desse povo, também, é bem interessante, assim como sua habilidade de mergulho. Eles não sabem ler nem escrever e não sabem nem mesmo a sua idade, mesmo conhecendo o conceito vagamente. Para eles, o tempo não importa muito, o que conta é o presente.
 
O parto de novos cidadãos é feito sobre palafitas e a maior parte dos bajau nasce, vive e morre nas suas terras aquáticas. Outro fato é que as crianças mais novas estão, sempre, nos barcos aprendendo a mergulhar ou a nadar. Quando elas completam, aproximadamente, oito anos já começam a caçar e pescar.
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