Coordenadoria de Mulheres promove pit stop em alusão aos 6 anos da Lei Maria da Penha

Coordenadoria de Mulheres promove pit stop em alusão aos 6 anos da Lei Maria da Penha

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Foto: Divulgação

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A prefeitura de Porto Velho, através da coordenadoria municipal de Políticas Públicas para as Mulheres realiza nesta quinta- feira, 9, um pit stop, em alusão aos 6 anos da criação da Lei Maria da Penha. O evento inicia às 8h da manha na Av. Carlos Gomes com rua Brasília,e tem como slogan “6anos em defesa da mulher”.
 
A coordenadora Yaralinda de Freitas faz uma retrospectiva da criação da Lei Maria da Penha que é uma lei federal Nº 11.340. “No ano de 2006 Maria da Penha se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica acometida contra as mulheres. Há seis anos o então Presidente da Republica, Luis Inácio Lula da Silva, sancionou a lei que levava o nome de Maria da Penha e que tornavam mais rigorosas as punições contra quem agride mulheres. O projeto foi elaborado por um grupo interministerial, no dia 25 de novembro de 2004. No Congresso Nacional se transformou em projeto de lei, foi aprovada e sancionada em 7 de Agosto de 2006”, informou a coordenadora.
 
Outro ponto destacado por Yaralinda foi que nestes seis anos de existência da Lei Maria da Penha a coordenadoria tem trabalhado bastante no combate à violência doméstica. “Temos percebido que as mulheres se sentem mais seguras, conscientes e amparadas pela lei e estão criando coragem e denunciando os seus companheiros. Percebemos que com as denúncias mais vidas estão sendo salvas, o trabalho da Coordenadoria, do Centro de Referência e da Casa Abrigo tem sido fundamental para Porto Velho” falou ela .
 
A Coordenadora informou também que mais de 6100 mulheres procuraram a Delegacia da Mulher desde o ano de 2008, para denunciar as agressões de seus parceiros e estão amparadas pela lei Maria da Penha. “Sei que não é algo de se orgulhar pois são dados de violência mais por outro lado observo o ponto  positivo que são mais de 6 mil Mulheres que tiveram coragem de lutar por  suas vidas e puseram um ponto final nas agressões e humilhações anteriormente sofridas” destacou a coordenadora .
 
Yaralinda também faz um chamamento: “Gostaria de convidar as mulheres para que elas possam participar do Pit Stop”, finalizou ela .
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