Vice-presidente da empresa que irá construir ponte do rio Madeira afirma que em dois anos e meio obra estará concluída – Fotos e vídeo

De acordo com Tito Valadares, a obra consiste de centrais de concretos, armações e grande acúmulo de balsas para apoio náutico. Para este tipo de ajuda serão convocadas de oito a dez balsas, guindastes de grande porte com o objetivo de lançar vigas no rio

Vice-presidente da empresa que irá construir ponte do rio Madeira afirma que em dois anos e meio obra estará concluída – Fotos e vídeo

Foto: Divulgação

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O Vice-Presidente da empresa MMARTINS, Tito Valadares, instituição privada que ganhou o consórcio para construção da ponte que irá ligar Porto Velho (RO) a Humaíta (AM), disse à reportagem do Rondoniaovivo.com que a licença prévia e de instalação ambiental já foi concedida para a liberação da obra no rio Madeira, pois a mesma não apresenta nenhum tipo de problema ambiental. Segundo ele a meta para a conclusão da obra é de 36 meses, mas a intenção da diretoria executiva é concluí-la em dois anos e meio.
 
De acordo com Tito Valadares, a obra consiste de centrais de concretos, armações e grande acúmulo de balsas para apoio náutico. Para este tipo de ajuda serão convocadas de oito a dez balsas, guindastes de grande porte com o objetivo de lançar vigas no rio Madeira. Uma das principais características desta mega-logística da obra é para realizar as sugações, pois as pesquisas que a empresa fez constaram que o rio pode chegar a seis mil metros de profundidade ou mais.
 
“Como o rio Madeira é muito profundo nós temos que encontrar o terreno mais propício para fincar as estacas escavadas com camisa metálica que vão a profundidade média de 60 metros e chegando assim ao marco de seis mil metros de profundidade, para que as estacas tenham sustentabilidade máxima de segurança”, finalizou o vice-presidente da MMARTINS.
 
Ainda nesta semana a estratégia será conhecer o terreno onde serão instalados o canteiro de obras e a usina de concreto, pois Tito Valadares informou que neste período de iniciação das obras é fundamental que todos estes aparatos estejam incluídos no projeto executivo, caso este que já está sendo providenciado.
 

“O nosso grande desafio é passarmos este período de seca, pois este é o momento propício para trabalharmos com afinco nas principais fundações dos dois pilares principais da ponte, que permitirá depois no período de cheia o nosso trabalho”, frisou Tito.

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