Dentro desta exposição, Bruno Souza, Flávio Dutka e Homero Santos produziram, especialmente para esta curadoria, obras temáticas nas quais esculpem, em formas, cores e texturas, uma das preciosidades da flora amazônica: o cacau Ruby.
A mostra está ocorrendo no Sesc Cultural, na avenida Campos Sales, entre carlos Gomes e Dom Pedro, em Porto Velho, e segue até 19 de setembro. A Bienal da Amazônia ainda estão sendo definidos o local e a data.
Remeter esse fruto ao tema desta mostra coletiva é ressignificar a força titânica e preciosa de cada um desses três artistas. Cada fragmento de suas criações é permeado pelos mistérios da floresta; suas curvas sinuosas parecem brotar da seiva da madeira e desaguar, delicadamente, nos rios da imaginação. Suas tonalidades terrosas emergem do movimento das mãos, onde a argila se transforma em matéria poética, moldada com afeto.
Sim! São três homens. São três artistas preciosos, criadores de universos, joias lapidadas pela madeira, tingidas pelo sangue do sol e esculpidas na argila que a própria terra tece.