Os pesquisadores também notaram que as células envelhecidas possuem fibras de estresse mais espessas
Foto: Reprodução Instagram
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Cientistas japoneses da Universidade de Osaka fizeram uma descoberta significativa ao identificar a proteína AP2A1, que desempenha um papel central no envelhecimento das células do corpo.
Eles observaram que, ao inibir essa proteína em células que já haviam envelhecido — um processo chamado senescência celular, onde as células param de se dividir e se acumulam, associadas a doenças como osteoporose e cardíacas —, as células recuperaram características de juventude, voltando a se dividir e reduzindo de tamanho. Em contraste, aumentar a AP2A1 em células jovens acelerou seu envelhecimento.
Os pesquisadores também notaram que as células envelhecidas possuem fibras de estresse mais espessas, e a AP2A1 parece contribuir para esse "enrijecimento" celular. A combinação do bloqueio da AP2A1 com um composto chamado IU1, que ajuda a remover proteínas danificadas, mostrou uma redução nos marcadores de envelhecimento.
Essa pesquisa, embora preliminar e ainda em laboratório, tem o potencial de transformar a medicina regenerativa, abrindo caminho para o tratamento de doenças crônicas ligadas à idade.
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