Segundo um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), as faixas de renda mensal familiar são divididas em cinco classes principais
Foto: Brasil Escola
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As classes sociais no Brasil são usadas para medir diferenças de renda, padrão de vida, acesso à educação, consumo e oportunidades. Embora não exista um único critério oficial, especialistas costumam dividir a população em grupos econômicos que ajudam a entender a realidade financeira das famílias brasileiras.
Segundo um levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), as faixas de renda mensal familiar são divididas em cinco classes principais.
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A chamada Classe A reúne famílias com renda acima de R$ 14.191 por mês. É o grupo com maior poder aquisitivo, acesso ampliado a consumo, patrimônio e serviços privados.
A Classe B inclui famílias com renda entre R$ 10.885 e R$ 14.191. Nessa faixa estão profissionais com estabilidade financeira maior, maior acesso a crédito e padrão de consumo elevado.
Já a Classe C, conhecida popularmente como classe média, possui renda entre R$ 2.525 e R$ 10.885. É a maior faixa da população brasileira e concentra trabalhadores formais, pequenos empreendedores e servidores públicos.
A Classe D engloba famílias com renda entre R$ 1.580 e R$ 2.525. Nessa categoria, grande parte da renda costuma ser destinada a despesas básicas, como alimentação, aluguel e transporte.
Por fim, a Classe E representa famílias com renda abaixo de R$ 1.580 mensais, grupo mais vulnerável economicamente e que frequentemente depende de programas sociais para complementar a renda.
Especialistas alertam que renda não é o único fator para definir classe social. Escolaridade, profissão, local onde a pessoa mora, patrimônio acumulado e acesso a serviços também influenciam diretamente na posição social de cada família.
Nos últimos anos, inflação, endividamento e aumento do custo de vida fizeram muitas famílias perceberem que, mesmo com aumento salarial, o poder de compra diminuiu especialmente na chamada classe média.
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