Muitos compram criptomoedas, mas poucos sabem como fazê-lo corretamente

Vamos dar-lhe 5 dicas para que tenha aqui um ponto de partida para algo mais profundo

Muitos compram criptomoedas, mas poucos sabem como fazê-lo corretamente

Foto: Assessoria

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$ 1,7 trilhão em criptomoedas. 32 milhões de investidores. Uma coisa é certa: a maioria certamente não sabe como fazê-lo corretamente. Muitos começaram porque ouviram um amigo a comentar no café que começou a investir em criptomoedas. Outros porque viram o anúncio do Cristiano Ronaldo a promover a  Binance e acharam que deveriam aproveitar a oportunidade. A questão é que muitos podem não se ter informado o suficiente como o mercado funciona e é por isso que estamos aqui. 
 
Vamos dar-lhe 5 dicas para que tenha aqui um ponto de partida para algo mais profundo. Não é por ver o valor da solana hoje e decidir investir impulsivamente. Esse é precisamente o primeiro ponto do artigo. Tem que, acima de tudo, compreender o que está a fazer para que nunca tenha surpresas desagradáveis.
 
Eduque-se antes de investir
 
A educação financeira é o primeiro e mais importante passo antes de entrar no universo das criptomoedas. Embora o mercado seja atrativo, ele também é altamente volátil e técnico. Compreender conceitos como blockchain, tokens, stablecoins, custódia, segurança digital e riscos de mercado é fundamental.
 
Um dado que reforça a importância do conhecimento é que 83% das empresas brasileiras já possuem alto ou profundo domínio técnico sobre blockchain e soluções de Distributed Ledger Technology (DLT). Isso demonstra que o setor evoluiu rapidamente e que o investidor individual precisa acompanhar esse nível de sofisticação.
 
A melhor forma de se educar é acompanhar notícias do setor, análises de especialistas, relatórios de mercado e conteúdos educativos. Quanto mais informado estiver, melhores serão as suas decisões e menor será a probabilidade de agir por impulso ou emoção.
 
Comece com pequenos valores
 
Para quem está a dar os primeiros passos, começar com valores reduzidos é uma estratégia inteligente. O mercado de criptomoedas oferece grandes oportunidades, mas também pode gerar perdas significativas no curto prazo.
 
Em 2025, o ticket médio por utilizador brasileiro deve ser de cerca de US$ 63,4, o que indica que muitos investidores entram no mercado de forma gradual. Essa abordagem permite aprender na prática, entender como funcionam as plataformas e ganhar confiança sem comprometer a saúde financeira.
 
Atualmente, o Brasil conta com mais de 3 milhões de investidores em criptomoedas, sendo aproximadamente 2,992 milhões de pessoas físicas e cerca de 25 mil pessoas jurídicas. Esses números mostram que o acesso ao mercado é amplo e que não é necessário investir grandes quantias para participar.
 
Diversifique sua carteira
 
A diversificação é um dos princípios mais importantes de qualquer estratégia de investimento, e com criptomoedas não é diferente. Concentrar todo o capital em um único ativo aumenta significativamente o risco.
 
Uma carteira equilibrada pode incluir criptomoedas consolidadas, como Bitcoin e Ethereum, além de ativos menores ou projetos emergentes. Cada um desses ativos responde de forma diferente às condições de mercado, o que ajuda a diluir perdas e aproveitar oportunidades em diversos segmentos.
 
Além disso, a diversificação pode incluir stablecoins, que oferecem menor volatilidade e funcionam como reserva de valor dentro do próprio ecossistema cripto. Essa combinação ajuda o investidor a manter maior estabilidade em momentos de correção do mercado.
 
Use plataformas seguras
 
A segurança é um dos pontos mais críticos no universo das criptomoedas. Utilizar exchanges e carteiras confiáveis, com boa reputação no mercado como a Binance, é essencial para proteger os seus ativos.
 
Boas práticas incluem ativar a autenticação de dois fatores (2FA), utilizar senhas fortes, evitar redes públicas ao aceder às contas e nunca partilhar chaves privadas ou frases de recuperação. Pequenos descuidos podem resultar em perdas irreversíveis.
 
O Brasil é reconhecido como um dos países líderes em adoção de criptoativos, contando com infraestrutura moderna e um mercado financeiro aberto à inovação. Isso significa que existem soluções cada vez mais seguras e reguladas, mas a responsabilidade final pela proteção dos ativos continua a ser do utilizador.
 
Fique atento às regras e impostos
 
Investir em criptomoedas também envolve obrigações legais e fiscais. No Brasil, a declaração de criptoativos no imposto de renda é obrigatória, e o não cumprimento pode resultar em multas e problemas com a Receita Federal.
 
Em 2025, estima-se que a receita do setor de criptomoedas atinja cerca de US$ 2,0 bilhões no país, o que reforça a atenção das autoridades fiscais sobre o mercado. Por isso, é fundamental acompanhar mudanças regulatórias e manter registos detalhados de todas as operações realizadas, incluindo compras, vendas, transferências e conversões.
 
Estar em conformidade com as regras não apenas evita problemas legais, como também traz maior tranquilidade para investir a longo prazo.
 
Dados e estatísticas do mercado brasileiro
 
Os números mostram a dimensão e o potencial do mercado cripto no Brasil:
 
  • O país deve atingir cerca de 32 milhões de investidores em criptomoedas até o final de 2025.
  • 43% dos brasileiros já investiram ou possuem criptomoedas, superando a média mundial de 42%.
  • Em 2025, o Brasil movimentou aproximadamente R$ 1,7 trilhão em criptomoedas, com mais de 90% dos fluxos concentrados em stablecoins.

Esses dados confirmam que os criptoativos já fazem parte da realidade financeira de milhões de pessoas.

 
Tratar criptomoedas com responsabilidade vai muito além de procurar ganhos rápidos. Envolve educação, estratégia, segurança, diversificação e atenção às regras fiscais. Seguindo essas cinco dicas, é possível reduzir riscos e aproveitar melhor as oportunidades de um mercado em constante evolução.
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