A peça é baseada em livro de Nilson Santos e reflete sobre a vida de mulheres nos seringais
A pesquisa tem como ponto de partida o livro: Seringueiros da Amazônia – Sobreviventes da Fartura, do professor doutor Nilson Santos
“E quase uma tese acadêmica sobre a nova posição da mulher na sociedade do século 20 e sua possível contribuição à resistência ao militarismo nazifascista que desembocaria na 2ª Guerra Mundial”.
“O Imaginário resiste e insiste em fazer arte na geografia verde e incendiada pela estupidez, a Amazônia”,afirma Edier, diretor do filme.
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