Cunhado do garimpeiro foi agredido pelos assaltantes e sofreu diversas lesões pelo corpo
Foto: Rondoniaovivo
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VÍDEO:https://www.instagram.com/reel/DZgN7dCPMHa/?igsh=MTJzY3Rxb2oxNG9kag==
A Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio já está investigando um roubo ocorrido na tarde de sexta-feira (12), em uma residência localizada na Avenida Guimarães, bairro Agenor Martins de Carvalho, em Porto Velho (RO).
O alvo dos criminosos foi a casa de um garimpeiro da região que, no momento da invasão, não se encontrava no local. Na residência estavam apenas a esposa e o cunhado dele.
De acordo com informações obtidas, o assalto foi praticado por cinco criminosos fortemente armados que chegaram ao endereço em um carro prata.
Demonstrando planejamento, o bando usava vestimentas pretas semelhantes ao fardamento da Polícia Federal. Dois dos assaltantes portavam armas longas, um fuzil e uma espingarda calibre 12.
Ao invadirem o imóvel, os falsos policiais agiram com muita agressividade, rendendo os moradores sob intensas ameaças de morte enquanto exigiam a entrega de joias e grandes quantias em dinheiro.
O cunhado do garimpeiro foi agredido pelos assaltantes e sofreu diversas lesões pelo corpo. Já a esposa do proprietário não chegou a ser agredida após apelar aos criminosos, informando que havia passado por um procedimento cirúrgico recentemente.
Sob forte pressão psicológica, as vítimas foram obrigadas a entregar cerca de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) em espécie, além de várias joias.
Antes de fugirem, os bandidos arrancaram e destruíram as câmeras de monitoramento da casa e roubaram o aparelho DVR, que armazena as gravações, com o claro objetivo de apagar os rastros do crime e dificultar o trabalho de identificação por parte das autoridades.
No entanto, um vídeo remanescente da ação foi recuperado e já está com a polícia.
As vítimas relataram um detalhe importante que pode ajudar a levantar o histórico dos suspeitos: um dos assaltantes era gordinho e foi chamado pelos comparsas pelo apelido de "Estive" (gíria comumente usada no meio policial/segurança).
A PM foi acionada somente a noite para coletar os dados, uma vez que a mulher estava impossibilitada de sair de casa devido ao pós-operatório e ao estado de choque emocional.
Os agentes da Delegacia de Patrimônio agora trabalham com as pistas deixadas, analisam as imagens salvas e realizam diligências para identificar, localizar e prender a quadrilha responsável pelo assalto de alta periculosidade.
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