JÁ COMEÇOU: Fumaça é registrada em Porto Velho em meio a mudanças em leis ambientais

Chegada da seca preocupa com possível repetição do caos de 2024

JÁ COMEÇOU: Fumaça é registrada em Porto Velho em meio a mudanças em leis ambientais

Foto: Reprodução via JH Notícias

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Colunas de fumaça surgiram na vegetação nas margens do rio Madeira, em Porto Velho (RO), como registrou o portal JH Notícias terça-feira (21). O retorno do fogo acontece no instante em que o estado tenta evitar a repetição do cenário de fumaça do ano de 2024.
 
Como noticiou o Rondoniaovivo, o estado obteve a liderança na quantidade de queimadas no ano de 2024, com a marca de 12 mil focos de calor. A capital do estado liderou a lista de perda de qualidade de ar no país. Conforme registrou o G1, o número de focos de fogo recuou no ano de 2025, com a soma de 1.853 registros, o que resulta em queda de 82 por cento.
 
De acordo com o site Observatório Socioambiental de Rondônia, a Prefeitura de Porto Velho criou um comitê de crise com a coordenação de um órgão de defesa de cidadãos. Como pontuou o site, especialistas em clima dizem que a ação foca na vigilância de terrenos em bairros da cidade e ignora problemas de estrutura. O site relatou que a prefeitura deixa de punir financiadores de desmatamento.
 
Como informou o Observatório, um grupo de oito deputados da Câmara com mandato por Rondônia dá apoio a projetos de lei a favor de causadores de desmatamento. O site explicou que o deputado Lúcio Mosquini fez o projeto de lei 2.564/2025. O texto de lei proíbe a aplicação de multas de órgãos de fiscalização com o uso de fotos de satélites. Como a publicação indicou, a medida retira a utilidade de ferramentas de tecnologia no combate a crimes em áreas de floresta.
 
Como registrou o Observatório, políticos de Rondônia distribuem para inflamar a população contra a criação de áreas de conservação de matas. O site publicou que a área de terras dos Povos do Rio Tanaru sofre ataques com a ação de políticos.
 
De acordo com o Observatório, grupos usam discursos de medo para convencer a população de que produtores de agricultura de subsistência perderão terras de plantio. A página de internet afirmou que a intenção da tática é evitar a discussão com estudiosos de meio ambiente e facilitar a exploração da área de reserva.
 
Conforme o Observatório, a chegada de dias sem chuva, a atuação da prefeitura com soluções com prazo de validade de horas e o trabalho da bancada de deputados para proteger causadores de danos de meio ambiente resultam em risco de volta da fumaça no estado.
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