Dados do Impostômetro apontam que o estado de Rondônia arrecadou R$ 16,6 bilhões em 2025, no período de 1° de janeiro a 22 de dezembro, considerando todos os tributos, taxas, multas e contribuições recolhidos pelos contribuintes junto à União, aos estados e aos municípios. Esse total integra o esforço fiscal registrado em todo o país, que ultrapassou a marca de mais de R$ 3 trilhões em arrecadação de impostos ao longo do ano.
A ferramenta nacional de acompanhamento tributário o Impostômetro contabiliza em tempo real o total pago em tributos no Brasil e, no fechamento de 2025, deve registrar cerca de R$ 3,98 trilhões em arrecadação, cifra recorde na série histórica.
Rondônia contribuiu com um montante significativo dentro deste contexto nacional, reforçando a importância da arrecadação estadual para o financiamento de serviços públicos e políticas públicas. Os tributos que compõem esse total incluem, entre outros, ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), além de contribuições e taxas municipais e estaduais.
No comparativo nacional, o estado de São Paulo lidera a arrecadação, respondendo por cerca de 37,39% do total arrecadado no país, dado que reflete o peso econômico da unidade federativa mais populosa e industrializada do Brasil.
O Impostômetro leva em consideração todos os tributos pagos pelo contribuinte nas esferas federal, estadual e municipal, incluindo não apenas impostos, mas também taxas, multas e contribuições, oferecendo uma visão ampla do peso da carga tributária sobre cidadãos e empresas.
O comportamento da arrecadação em 2025 foi influenciado tanto pela dinâmica econômica com atividade produtiva e consumo aquecidos quanto por ajustes tributários e fatores inflacionários que impactam a base de cálculos dos tributos pagos pelos brasileiros ao longo do ano.
A arrecadação robusta representa uma fonte essencial de recursos para investimentos em saúde, educação, segurança, infraestrutura e outras áreas prioritárias no estado e no país, embora também alimente debates sobre carga tributária e retorno dos serviços públicos à sociedade.