OBRAS: Dragagem no rio Madeira, entre Humaitá e Porto Velho, chega à etapa final

OBRAS: Dragagem no rio Madeira, entre Humaitá e Porto Velho, chega à etapa final

Foto: (Divulgação/DNIT)

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O Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (DNIT) divulgou, na última sexta-feira (8), um novo balanço das operações de dragagem do rio Madeira, que chega à etapa final, no trecho entre o município amazonense de Humaitá e Porto Velho, em Rondônia.
 
Conforme o DNIT foram removidos do leito do Madeira aproximadamente um milhão de metros cúbicos de sedimentos de pontos críticos do rio, como nas comunidades de Miriti, Costa São Paulo, Salomão, Curicacas.
 
Nesta fase final, contudo, as operações de dragagem estão concentradas no canal do Bom Jardim, nas proximidades da capital rondoniense;
 
As obras de dragagem do rio Madeira começaram em agosto, quando o período de vazante estava no início. O objetivo é assegurar a navegabilidade e melhorar as condições logísticas na Região Norte, restabelecendo a navegação nos canais, permitindo o tráfego seguro de embarcações.
 
Com a elevação do nível das águas, todos os canais do Rio Madeira estão navegáveis, garantindo a trafegabilidade entre Porto Velho e Manicoré.
 
O DNIT busca, com essas operações, garantir a segurança e eficiência do transporte fluvial, crucial para o escoamento de produtos e o crescimento econômico da região, especialmente diante dos desafios impostos pela seca histórica no Rio Madeira.
 
Navio-Draga opera na foz do Madeira, em Itacoatiara
 
O trabalho do navio-draga Hopper Lindway começou no rio Amazonas há aproximadamente dez dias e está concentrado na foz do rio Madeira, nas proximidades do município de Itacoatiara.
 
Conforme moradores da região ouvidos pelo RealTime1, a remoção de sedimentos é feita e em seguida tudo é descartado em áreas mais profundas do rio e que na região podem ser de até 70 metros de profundidade.
 
Pelo contrato, o Hopper Lindway ficará mais 35 dias atuando no trecho de 200 quilômetros entre a foz do Madeira e a comunidade da Costa do Tabocal, abaixo de Itacoatiara.
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