Confúcio Moura diz em auto crítica que vai agir mais e “sem piedade ir degolando pescoços”

Confúcio Moura diz em auto crítica que vai agir mais e “sem piedade ir degolando pescoços”

Confúcio Moura diz em auto crítica que vai agir mais e “sem piedade ir degolando pescoços”

Foto: Divulgação

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Misto de reprimenda e uma auto crítica a algumas das suas posições frente ao Governo do Estado, o governador Confúcio Moura (PMDB) em seu mais recente post no Blog determinou que a sua administração tem que haver mais prática e menos conversa.

O fato é que o texto de Confúcio é incoerente com as próprias ações do Executivo atual, por vezes difícil de compreender entre o que está escrito e o que está sendo feito na atual administração (veja AQUI – AQUI – AQUI – AQUI) que em campanha eram verdadeiros acintes no mal uso do erário em seu discurso.

Ao anunciar no imo do seu texto que o que pode fazer para combater “os vícios enraizados” é “apertar os controles e sem piedade ir degolando pescoços”, a população ainda espera atitude e coesão em seus atos.

O NARIZ FORA D’ÁGUA

Confúcio Moura | 19 agosto , 2011

Menos solenidade e mais trabalho. Mais ação prática. Mais resultado. Porque o poder engana e ilude. Sair por aí, com agenda pronta, tudo anunciado e bonito, banner, fanfarra, foguete, cerimonial bem composto. Tudo bem, é legal, compõe o ritual do cargo. Mas, pouca efetividade.

Eu mesmo estou saindo para minhas viagens, às escondidas, para poder pegar na massa, e fazer as coisas acontecerem. Ir a campo, verificar se o discurso está se realizando em ações concretas. E ficar ali com papel e caneta, engenheiro, técnico de projeto básico, gerente de serviço, para dizer bem claro, de frente, com portugues coloquial, faça isto e faça aquilo.

Creio que os fundamentos teóricos eu já escrevi. E já disse em palavras e entrevistas. Agora, a coisa deve acontecer. O povo deve sentir o governo de perto. Se possível o governo entrando em suas vidas e suas casas.

Não dá para ficar falando demais. E nem puxando orelha de um ou de outro. Para que me respeitem. E também o povo. Sei que não vou controlar por completo os vícios enraizados por um sistema perverso. Que foi consolidado por anos a fio, mas, o que posso fazer é apertar os controles e sem piedade ir degolando pescoços.

Temos que juntar no mesmo homem, o doutor e o peão, porque não dá para filosofar vida inteira.

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