Azitromicina, Ivermectina e complexo vitamínico precisam ser comprados pelos cidadãos
Foto: Divulgação
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A escassez de medicamentos para pacientes diagnosticados com infecção por COVID-19 na rede pública municipal de Saúde em Porto Velho (RO) já é uma realidade que vem revoltando e colocando a comunidade em situação de risco.
Uma cidadã identificada pelo nome de Suelen Joaquim, que buscou atendimento na rede pública de Saúde da prefeitura de Porto Velho denunciou a situação no mínimo dramática colocada pela municipalidade para quem acaba de receber a notícia do contágio de coronavírus.
De acordo com a denunciante, ela conseguiu realizar o teste, que teve resultado positivo, e ao se consultar com o médico recebeu a receita, porém foi informada que a farmácia municipal só tem apenas Paracetamol.
“Passei pelo médico e ele me deu a receita pra ir pegar as medicações para iniciar o tratamento! Chegando lá a resposta que eu tenho é: moça, só temos Paracetamol o restante você tem que comprar. Que vergonha, e se eu não tivesse condições de comprar? E as pessoas que não tem condições? vão morrer?”, disse Suelen Joaquim.
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Azitromicina, Ivermectina e complexo vitamínico, que são receitados de forma protocolar para combater os sintomas do COVID-19 precisam ser comprados pelos cidadãos.
Essa situação já foi externada pelo prefeito Hildon Chaves (PSDB) que já afirmou ser a favor do fechamento total da cidade para evitar o colapso, uma vez que a rede básica vem mostrando estrutura insuficiente para atender os mais de dez mil casos registrados apenas em Porto Velho.
Neste último final de semana, o Governo do Estado, realizou uma testagem em massa na capital e distribuiu kits de medicação para as pessoas positivadas.
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