CASO JOÃO PEDRO: Ato no Mercado Cultural pede justiça neste sábado (10)

Família, amigos e colegas se reúnem em memória de estudante de Jornalismo

CASO JOÃO PEDRO: Ato no Mercado Cultural pede justiça neste sábado (10)

Foto: Reprodução via @acervosantorinchi no Instagram

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Familiares, amigos e colegas realizam neste sábado (10), a partir das 18h, no Mercado Cultural de Porto Velho (RO), uma manifestação pública em memória do estudante de Jornalismo João Pedro de Oliveira de Souza. A convocação pretende reunir moradores da capital com cartazes para celebrar a memória do jovem de 21 anos e cobrar celeridade e rigor na responsabilização pelo atropelamento.
 
“Quando alguém bebe, pega a direção, atropela uma vida e foge sem prestar socorro, isso não é um acidente; é uma escolha com consequências irreversíveis”, lê-se no chamamento da manifestação.
 
 
 
 
 
Relembre o caso
 
 
Como registrou Rondoniaovivo, o caso ocorreu na madrugada de 4 de setembro no bairro São João Bosco, localizado na zona norte da capital rondoniense. Uma câmera de segurança registrou o momento em que um jipe cruzou a via preferencial em alta velocidade e atingiu João, que pilotava uma motocicleta. Após a batida, Stefanny Thalia Ferreira Liberato, a motorista do carro, fugiu sem prestar socorro.
 
 
Prisão em flagrante, confissão e liberdade condicional
 
 
A Polícia Militar encontrou Stefanny em casa, a poucas quadras do local da batida. Liberato admitiu aos policiais ter ingerido bebida alcoólica em um bar e acelerado o carro antes do cruzamento. Ela recusou o teste do bafômetro. 
 
Os policiais registraram sinais de alteração da capacidade psicomotora, hálito com cheiro de álcool e sonolência, além de licenciamento veicular vencido, e a conduziram à Central de Flagrantes por homicídio culposo na direção de veículo automotor sob efeito de álcool.
 
No dia 12 de setembro, a Justiça concedeu um habeas corpus a Stefanny por não ter antecedentes criminais, possuir endereço e trabalho fixos e frequentar curso superior. Ela foi liberada sob condição de ser monitorada por tornozeleira eletrônica e foi proibida de dirigir e de ingerir bebidas alcoólicas.
Direito ao esquecimento

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