BONS NEGÓCIOS: China amplia compras e impulsiona exportações do agro brasileiro no 1º semestre de 2026

O desempenho confirma a força da relação comercial entre os dois países, especialmente em um momento de crescente demanda chinesa por alimentos

BONS NEGÓCIOS: China amplia compras e impulsiona exportações do agro brasileiro no 1º semestre de 2026

Foto: Daiane Mendonça/Secom RO

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A China reforçou sua posição como principal parceiro comercial do Brasil no primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, as exportações brasileiras para o mercado chinês alcançaram US$ 58,3 bilhões, um crescimento de 21,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho garantiu ao Brasil um superávit comercial de US$ 19,8 bilhões nas transações com o gigante asiático.

 

O agronegócio manteve papel decisivo nesse resultado. As exportações brasileiras de produtos agropecuários para a China somaram US$ 30,5 bilhões, registrando alta de 10,5% no período. Os embarques do setor responderam por mais da metade de tudo o que o Brasil vendeu ao mercado chinês, consolidando a importância da demanda asiática para a produção nacional.

 

O desempenho confirma a força da relação comercial entre os dois países, especialmente em um momento de crescente demanda chinesa por alimentos, grãos, proteínas animais e outras commodities produzidas pelo Brasil.

 

Além de fortalecer o saldo da balança comercial, o avanço das exportações gera reflexos positivos para a economia brasileira, estimulando investimentos, produção e geração de empregos em diversos segmentos ligados ao agronegócio e à cadeia logística.

A China segue como o maior destino das exportações brasileiras e continua desempenhando papel estratégico para o comércio exterior do país. A expansão das vendas no primeiro semestre reforça a competitividade do agro brasileiro no mercado internacional e evidencia a relevância do setor para o desempenho econômico nacional.

 

A manutenção de uma relação comercial sólida com a China será determinante para sustentar o crescimento das exportações brasileiras ao longo de 2026, especialmente diante da expectativa de aumento da demanda global por alimentos e matérias-primas.

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