Estudo foi encomendado pelo Centro Boldrini
Foto: Divulgação
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Um estudo apontou que 40% do medicamento chinês 'Leuginase', importado pelo Ministério da Saúde desde o início do ano para
tratamento da Leucemia Linfóide Aguda (LLA), está contaminado por proteínas - o que não garante a eficácia do produto.
O medicamento é essencial para o combate da doença, que afeta sobretudo crianças e jovens. Como o laudo mostrou a falta de eficiência, o Centro Boldrini, que encomendou a pesquisa, optou por não usar o produto chinês.
O órgão decidiu importar o 'Asparaginase', que era o medicamento importado anteriormente pelo Ministério da Saúde. Em comparação, a quantidade de proteína presente neste produto é de 0,5%.
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