No caso de Rondônia também temos divisionismo entre Lulapetismo e Bolsonaristas
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No geral, o Brasil apresenta atualmente um recuo na atividade econômica já previsto de longa data. Quem previu? Seriam bruxos, profetas ou adivinhos aqueles “iluminados” que já antecipavam a aproximação dessa queda de ritmo?
Na verdade, qualquer cidadão bem-informado e atento ao que acontece no mundo teria facilmente chegado a essa previsão ao observar o impacto dos juros altos, o endividamento crescente das famílias e o esgotamento dos prazos dos estímulos fiscais.
Governista que não entendeu isso e achou que a população aceitaria as dificuldades convencida com propaganda colorida quebrou a cara. Para sorte da oposição, que nem precisa prometer soluções: basta criticar e colher os votos nas urnas. Mas apesar do cenário geral inseguro, a ciência brasileira vai somando vitórias na busca por soluções, como se observa pela atuação do Grupo de Pesquisa em Tecnologias Biossustentáveis da Amazônia aplicadas à Descarbonização (GP-Tecbioam).
Seu “milagre” é extrair riquezas de materiais inúteis e incômodos, como o caroço de açaí e o óleo de fritura, dos quais um litro mal descartado pode contaminar mais de mil litros de água. Vinculado à Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o grupo colhe vitórias na produção de biogasolina e outros produtos úteis. Seria ótimo se a política fosse tão eficiente em transformar trastes em utilidades.
A Rede Globo de Televisão promove nesta sexta-feira, dia 23, o último debate entre os presidenciáveis Luís Inácio Lula da Silva (PT) com seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), antes da eleição de domingo. Ambos candidatos têm amplificado as mobilizações de suas alianças em todo o País, priorizando os grandes centros para o encerramento de suas campanhas. A expectativa é que tenhamos um confronto decisivo e que sejam priorizadas as propostas ao invés de insultos e ofensas trocadas ao longo do embate transformado em rinha de galos no evento entre ambos na TV Bandeirantes. Vamos as apostas: Flávio aumentou a diferença com relação ao primeiro turno? Lula conseguiu reverter a situação desfavorável?
Sem unidade pelos estados, o MDB entra rachado neste segundo turno da eleição presidencial, com parte dos diretórios estaduais apoiando a eleição do Senador Flávio Bolsonaro e outro pedaço se alinhando com o projeto de reeleição do presidente Lula. No caso de Rondônia, estado que foi contabilizado como pró-Lula pelo partido, também temos divisionismo. Uma ala comandada pelo senador Confúcio Moura, não esconde a preferência pelo Lulapetismo. Outro pedaço manifesta seu claro respaldo ao presidenciável Flávio Bolsonaro. O partido encerra a campanha arruinado nas urnas em Rondônia. Não elegeu deputados estaduais, federais, senadores, tampouco foi exitoso no lançamento do seu candidato ao governo Pedro Abib. Foi o maior desastre na história do MDB em Rondônia.
O estado de Rondônia definiu a parada em turno único, com a eleição do senador Marcos Rogério ao Palácio Rio Madeira, mas nossa vizinhança segue o pleito em segundo turno. É o caso do Acre, com a governadora Mailza Assis, recebendo força do ex-governador Gladson Camelli, contra seu opositor, o senador Alan Rick. Mailza lidera as pesquisas para o segundo turno. No Amazonas temos o confronto entre o senador Omar Azis, contra a candidatura bolsonarista de Maria do Carmo. Azis é alinhado ao presidente Lula, Maria do Carmo esperando ser beneficiada pela onda bolsonarista que varreu o pais nas eleições de 4 de outubro. O senador amazonense lidera as sondagens eleitorais,
A eleição deste ano marca a despedida do quase octogenário senador Confúcio Moura (MDB) das disputas eleitorais, mas permanecendo nas articulações, já que segue presidente estadual do seu partido. Também o pleito 2026 aposenta liderança igualmente anciãs, como o ex-senador Ernandes Amorim (Ariquemes) com votação pífia a Assembleia Legislativa, do deputado federal Mauro Nazif (Porto Velho), do ex-deputado federal Natan Donadon (Vilhena), do ex-deputado estadual Carlos Magno (Ouro Preto do Oeste), entre tantas lideranças políticas, que sucumbiram nas urnas. Também estão saindo do radar nomes expressivos que não disputam as eleições, com o ex-governador Valdir Raupp, o ex-prefeito de Porto Velho Tomás Correia.
O governador Marcos Rocha ainda não se posicionou com relação ao nome apoiando a presidência da República. Se aliar ao senador Flavio Bolsonaro, seria referendar o governador eleito Marcos Rogério, seu adversário ferrenho nos últimos anos e que obteve esta grande vitória com a onda bolsonarista em Rondônia. O coronel não abriu o bico ainda, mas seu candidato chapa branco do PSD, Adailton Fúria já se manifestou pelo opositor de Lula e agora, o vice-governador Sergio Gonçalves, que foi barrado na disputa pelo CPA Rio Madeira também assumiu sua preferência pelo filho do mito Jair Bolsonaro.
*** Os vereadores Marcio Pacele e Everaldo Fogaça se pronunciaram contra as demissões na Câmara de Vereadores de Porto Velho. O ajuste foi recomendado pela justiça, já que o número de comissionados tinha triplicado durante a campanha eleitoral*** A chiadeira é enorme entre os demitidos buscando abrigo nos gabinetes dos vereadores que já estão lotados de parentes e apadrinhados *** As deputadas estaduais Ieda Chaves (Porto Velho), Lebrinha (São Miguel) e Rosangela Donadon (Vilhena) estão se despedindo da Assembleia Legislativa. Foram barradas nas urnas *** Ieda tinha sido a segunda parlamentar mais votada na eleição de 2022 e Rosangela Donadon já vinha de mais quatro mandatos seguidos no legislativo estadual
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