Homem afirmou ter revidado da mesma forma para repelir a agressão
Foto: Richard Nunes/Rondoniaovivo
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O caso aconteceu na noite desta sexta-feira (11), em uma vila de apartamentos na Rua Tenreiro Aranha com a Rua Quintino Bocaiúva, no Centro de Porto Velho.
No local, os policiais militares sob o com do supervisor do 1° Batalhão localizaram Renê P. de S., 37, com muito sangramento na região das costelas.
Uma consulta aos sistemas de segurança pública revelou que Renê cumpre pena por homicídiono regime semiaberto.
O atendimento médico foi realizado pela equipe da Unidade de Suporte Avançado do SAMU e o homem foi socorrido ao hospital e João Paulo II.
Durante as diligências, a guarnição da PM conversou com testemunhas que relataram que a suposta vítima perturbava a tranquilidade dos moradores da vila há meses com provocações rotineiras.
Em seguida, os policiais entraram na vila e localizaram Claudio S. S., 34, em um dos apartamentos.
A checagem nominal indicou que ele se encontra sob cumprimento de medida judicial cautelar ou execução penal, constando como assinando em juízo.
Questionado pela equipe, Claudio alegou que a suposta vítima o desafiava rotineiramente para confronto físico e que, na data dos fatos, desferiu-lhe um golpe com um pedaço de madeira.
O autor afirmou ter revidado da mesma forma para repelir a agressão, negando veementemente a posse ou uso de arma branca e sustentando que os ferimentos não foram causados por faca.
Buscas minuciosas realizadas pela guarnição no interior do imóvel e nas áreas comuns não localizaram nenhum instrumento perfurocortante.
Diante da gravidade das lesões constatadas na vítima, foi dada voz de prisão ao autor. No Departamento de Flagrantes após tomar conhecimento dos fatos, o delegado de plantão entendeu que Cláudio agiu em legítima defesa. Sendo assim, o homem foi liberado.
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