As vendas de perfumarias e cosméticos devem liderar a alta, com expansão de 11,1%
Foto: Divulgação
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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima alta real de 3,8% das vendas para o Dia das Mães de 2019 em relação ao ano anterior. "A data é considerada o 'Natal do primeiro trimestre', devendo registrar movimentação financeira de R$ 9,7 bilhões neste ano - nível equivalente ao volume de vendas verificado em 2014 (R$ 9,6 bilhões)", diz a entidade em nota.
As vendas de perfumarias e cosméticos devem liderar a alta, com expansão de 11,1%, espera a CNC. O segmento de vestuário, calçados e acessórios também devem crescer na casa de dois dígitos, com expansão de 10,1%.
"Este segmento, aliás, costuma ser o carro-chefe da data, com movimentação esperada de aproximadamente R$ 3,8 bilhões (39% das vendas totais)", estima a confederação.
Já as vendas no ramo de livrarias e papelarias devem registrar forte queda de 21% em relação a 2018.
"A principal razão para o terceiro aumento consecutivo do faturamento real do varejo brasileiro, nessa data comemorativa, reside no comportamento dos preços", explica a CNC. "Apesar da alta de cerca de 7% no dólar entre maio e o mesmo mês do ano passado, a fragilidade do processo de recuperação econômica tem, desde o fim da recessão, inibido repasses de preços ao consumidor acima da taxa de inflação em diversos segmentos", pontua a CNC.
Empregos
O quadro otimista para as vendas no Dia das Mães deve contribuir para o maior nível de contratações temporárias para a data nos últimos quatro anos, aponta a confederação, com cerca de 22,1 mil postos de trabalho.
A geração de vagas deverá se concentrar principalmente em São Paulo (6,3 mil), Minas Gerais (2,4 mil) e Rio de Janeiro (1,9 mil). O salário médio de admissão deve ficar em torno de R$ 1.262, com alta de 4% ante o valor médio da remuneração no Dia das Mães do ano passado.
"Embora a quantidade de vagas temporárias ofertadas seja maior em 2019, a taxa de efetivação deverá ser menor (4,7%) do que em anos anteriores", pondera a CNC, citando a lentidão na retomada econômica e as sucessivas revisões nas projeções do PIB e do próprio varejo em 2019.
A média histórica indica que 5,5% das contratações temporárias são efetivadas após a segunda data comemorativa mais importante para o comércio.
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