Governo decreta emergência sanitária após surto de bebês com doença que provoca malformação no PE

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O ministro da Saúde, Marcelo Castro, declarou nesta quarta-feira (11) estado de emergência nacional após o surto de nascimento de bebês com microcefalia em Pernambuco.

De acordo com o MS (Ministério da Saúde), apenas este ano no Estado foram registrados 141 casos em 44 cidades de recém-nascidos com o tamanho da cabeça menor do que o normal.

O número é 15 vezes maior do que a média anual dos últimos quatro anos de 10 casos. De acordo com Castro, o Estado com mais ocorrências é Pernambuco, mas também há a suspeita de aumento no Rio Grande do Norte e Paraíba.

Ele afirmou que o caso foi informado à Organização Pan Americana de Saúde e que uma equipe do MS foi enviada para o Estado para investigar as possíveis causas do surto.

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou que uma equipe do MS foi enviada para o Estado para investigar as possíveis causas do surto28.04.2015/Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

— No dia 22 de outubro o Ministério da Saúde foi comunicado pela Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco sobre um aumento no número de casos de microcefalia em recém-nascidos desde agosto de 2015. Imediatamente o Ministério da Saúde enviou uma equipe para monitorar e investigar o caso junto com a Secretaria de Saúde.

O diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do MS, Claudio Maierovitch, explicou que a microcefalia é um problema congênito e preferiu não comentar sobre o que pode ter motivado o surto.

— Nós estamos com as equipes em campo. Nós estamos investigando várias possibilidades para que se possa falar em uma causa. 

A doença pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos, como bactérias, vírus e radiação. Trata-se de uma malformação no cérebro e pode levar ao óbito da criança. Nestes casos, os bebês nascem com o perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 centímetros.

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