Em 10 meses, portal apreende o equivalente a 240 caminhões de madeira
Foto: Divulgação
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Pelo menos 32 servidores trabalham no posto de Vilhena. São 16 policiais e 16 funcionários do Ibama, seis deles especialistas em identificar madeira. Segundo Guimarães, esse profissional é o mais importante no trabalho, pois a fraude mais comum é declarar um tipo de árvore nos documentos e transportar outro. “É como transportar geladeira com nota de fogão”, explica.
Como a ideia está funcionando, o Ibama pretende instalar mais oito postos de fiscalização 24h em pontos estratégicos de transporte na Amazônia. “A BR-163 é o nosso principal alvo”, conta o superintendente, se referindo à estrada que liga Cuiabá a Santarém (PA), e é um dos principais escoadouros de madeira ilegal da região.
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