VANTAGENS: Azeite extravirgem ganha destaque em estudo sobre menor gordura abdominal

VANTAGENS: Azeite extravirgem ganha destaque em estudo sobre menor gordura abdominal

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Uma simples olhada na prateleira de óleos vegetais revela um universo de possibilidades: azeite de oliva, coco, soja, canola, girassol e tantos outros. Cada um tem vantagens culinárias e nutricionais — e limites que exigem atenção. Um estudo publicado no periódico Frontiers in Nutrition reacendeu o interesse pelo azeite extravirgem ao apontar uma possível associação entre seu consumo regular e menor acúmulo de gordura abdominal.
 
A pesquisa analisou respostas de 16.273 adultos que relataram medidas de cintura, peso, dieta e hábitos de vida. Entre os resultados, observou-se que quem consumia azeite extravirgem apresentava, em média, circunferência abdominal menor — um fator relevante porque a gordura visceral está ligada à síndrome metabólica, que reúne alterações em glicose, colesterol, triglicérides e pressão arterial. Especialistas, porém, pedem cautela: os dados são autodeclarados e o estudo é observacional, o que impede afirmar causa e efeito. Os achados, dizem nutricionistas, ajudam a formular hipóteses que ainda precisam ser confirmadas em ensaios clínicos.
 
Mesmo assim, o azeite permanece como símbolo da dieta mediterrânea. Rico em gorduras monoinsaturadas, sobretudo ácido oleico, e em compostos fenólicos antioxidantes (no tipo extravirgem), ele mostra efeitos protetores para o coração e os vasos. Para preservar esses benefícios, recomenda-se usá-lo em finalizações ou em fogo brando, evitando altas temperaturas que degradam antioxidantes.
 
Outros óleos também têm espaço à mesa. Canola e milho trazem perfil equilibrado de gorduras; o girassol varia conforme a semente e deve ser escolhido de acordo com o uso; o óleo de coco, apesar da fama, concentra gorduras saturadas e requer moderação; já o dendê, tradicional na culinária nordestina, combina antioxidantes com teor elevado de saturadas e demanda consumo consciente — inclusive por questões ambientais. Nenhum óleo contém colesterol, por ser de origem vegetal, mas todos podem formar compostos nocivos quando aquecidos até o ponto de fumaça.
 
Na prática, a chave está no equilíbrio: variar as fontes, priorizar preparações menos fritas, evitar reusar óleo e descartar corretamente o excedente, que pode poluir milhares de litros de água. Mais do que buscar um “óleo milagroso”, especialistas reforçam que a saúde depende do conjunto: alimentação balanceada, atividade física, sono adequado e controle do estresse — cenário em que o azeite extravirgem, usado com parcimônia, pode ser um bom aliado.
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