FALSIFICAÇÃO: Polícia prende mulher por produção irregular de álcool em gel

Foram apreendidos 109 frascos do produto, além de dois galões de 50 litros

FALSIFICAÇÃO: Polícia prende mulher por produção irregular de álcool em gel

Foto: Divulgação

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A produção ilegal de álcool em gel é uma das práticas criminosas recorrente neste período de pandemia do novo coronavírus. Forças de seguranças do Distrito Federal têm atuado para coibir esse tipo de crime.

 

Na última quinta-feira (2/4), agentes da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), prenderam em flagrante uma mulher por fabricação irregular do produto em um estabelecimento comercial em Taguatinga. 

 

De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 41 anos, era proprietária da empresa e estava fabricando, de forma ilegal, álcool em gel sem registro dos órgãos competentes. Além da produção, foi constatado um depósito para a venda do produto. Ao todo, foram apreendidos 109 frascos, além de dois galões de 50 litros. 

 

A mulher vai responder por crime contra a saúde pública. A infração é considerada hedionda e a pena é de 10 a 15 anos de reclusão. Os produtos foram encaminhados ao Instituto de Criminalística da PCDF. 

 

Na quarta-feira (2/4), agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) deflagraram a segunda fase da operação Mau Negócio. Durante a ação, dois ambulantes foram presos por comercializar álcool em gel e máscaras de proteção de forma ilegal.

 

A dupla vendia os produtos na Rua das Farmácias, na 302 Sul. Foram apreendidas 120 máscaras brancas descartáveis, 32 frascos de álcool em gel, R$ 1.176 em espécie e duas máquinas de cartão de crédito.

 

A operação tem como objetivo coibir a venda de produtos de proteção ao novo coronavírus com origem duvidosa. Durante as duas fases, foram confiscados 620 frascos de álcool em gel de origem clandestina. 

 

 

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