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Uma das mais curiosas coleções de vinho da história voltou aos holofotes na semana passada. Após décadas mantida em sigilo. Uma adega atribuída ao ditador soviético Josef Stálin foi aberta pela primeira vez ao publico especializado na capital da Geórgia. O acervo reúne cerca de 40 mil garrafas de vinhos raros.
Vai a leilão

Sob a guarda do governo Georgiano, a coleção deverá ser colocada à venda em um grande leilão internacional. A expectativa é que os recursos arrecadados sejam destinados à criação de uma nova escola de educação e formação voltada ao setor vitivinícola do país.
Acervo de diversos rótulos

Nascido na cidade georgiana de Gori, Stálin era conhecido por seu apreço pelo vinho. Além de preservar parte da antiga coleção imperial, ele também teria acrescentado ao acervo diversos rótulos produzidos na Geórgia, país considerado por muitos estudiosos como o berço da vitivinicultura mundial, com uma tradição que remonta a cerca de 8 mil anos.
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