Ocorre que os manos Gonçalves que tem o controle do União Brasil não aceitam deixar afatia do leão da máquina nas mãos do clã Rocha
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Uma franquia de filmes popular entre os jovens – Final Destination (Premonição), do norte-americano Jeffrey Reddick – tem como personagem central a Morte, que mesmo sem ser vista aparece e age maldosamente a cada minuto da exibição. A julgar pela sucessão de ocorrências com a aparência de propositais, dando margem a teorias da conspiração, o aquecimento global agiu da mesma forma que a personagem Morte, com os tornados do Sul e a piora do calor na COP30 aparecendo mais que as soluções para mitigar o drama.
A sensação de que o ponto sem volta do apocalipse climático já chegou soa como a sensação de inevitabilidade da Morte, como se o próprio aquecimento global, em pessoa, decidisse fazer um discurso sem palavras, mas muito expressivo e onipresente em todos os diálogos. Nos filmes, a Morte vence, mas na vida real os esforços humanos podem escrever um roteiro diferente e melhor.
Já uma página virada, a COP30 precisa ter consequências positivas, e uma delas parece promissora: a criação de uma vitrine global pró-clima, expandindo a iniciativa do Sebrae de formar a loja colaborativa Brasil BioMarket, que reuniu 250 micros e pequenas empresas de 21 estados, oferecendo cerca de 750 produtos provenientes de pequenos negócios sustentáveis distribuídos pelos segmentos de alimentação e bebidas, moda e acessórios, artesanato e decoração e beleza e cosméticos.
No final de semana vários boatos proliferando na capital rondoniense. Desde um rombo no orçamento do governo estadual em torno de 30 por cento, até a desistência do atual governador Marcos Rocha em disputar uma cadeira ao Senado, optando por permanecer no Palácio Rio Madeira, sede do governo estadual até o final do mandato. Com isto, também deixariam e disputar as eleições 2026 sua esposa, a secretária estadual Luana Rocha e seu irmão Sandro Rocha que pleiteia uma candidatura a Assembleia Legislativa. A pré-temporada eleitoral começa com os boatos se disseminando pelo estado. O governador não confirma nada sobre sua desistência de pelejar o Senado.
Nos meios políticos a informação dando conta que o atual governador Marcos Rocha estaria disposto a concluir seu mandato, deixando de disputar uma cadeira ao Senado e paralisando as campanhas da sua esposa Luana a Câmara dos Deputados e Sandro Rocha a Assembleia Legislativa, foi recebida com reservas. Acredita-se que seja um jogo de cena para que o vice-governador Sérgio Gonçalves, que assumiria a titularidade em abril na desincompatibilização do atual mandatário, aceite as articulações e exigências de Marcos Rocha na transferência do cargo. Ocorre que os manos Gonçalves que tem o controle do União Brasil não aceitam deixar afatia do leão da máquina nas mãos do clã Rocha.
Enquanto adversários torciam para vê-lo no Tonhão, devido a uma complexa intervenção cirúrgica travada em São Paulo, que o levou inclusive a UTI durante vários dias, o ex-senador Amir Lando (MDB-RO) se colocava de pé e já em plena recuperação projetando sua volta à Rondônia e as lides políticas. O ex-barbicha dos anos 80, alcunha proporcionava pelo seu aparado cavanhaque pelos deputados governistas, trabalha para retornar ao pódio na eleição 2026 conquistando uma cadeira a Câmara dos Deputados no ano que vem.
Nem sempre o racismo é cordial no Brasil, como se acredita. Periodicamente temos cenas de racismo explicito, seja em Florianópolis com a torcida do Avaí se referindo a cor da pele dos paraenses, ou em Curitiba, aonde o deputado estadual negro Renato de Freitas (esquerda) foi agredido recentemente nas ruas centrais da capital paranaense, com socos e pontapés. O ator negro Toni Tornado, lembra que quando casado com a atriz Arlete Sales (que é loira e branquela) foi objeto de quase uma década de insultos pelos racistas. Arlete vivenciou o mesmo drama de Tornado.
Com as já rotineiras queixas dos prefeitos pelas verbas rateadas, os municípios receberam durante a semana a segunda parcela do Fundo de Participação dos Municípios-FPM. As cotas de repasses tem caído e mesmo os municípios com maior poderio econômico andam de pires as mãos se socorrendo com recursos advindos de emendas parlamentares dos deputados estaduais, federais e senadores. Os prefeitos mais articulados com as esferas federais, como Leo Moraes em Porto Velho, Carla Redano em Ariquemes, Afonso Cândido em Ji-Paraná, Adailton Fúria em Cacoal padecem menos com os problemas de arrecadação, mesmo assim se queixam do cobertor curto existente em seus respectivos orçamentos.
*** Como medida preventiva, algumas lideranças rondonienses já falam numa campanha Fora Carluxo, vereador do RJ que quer ser candidato ao Senado em Santa Catarina e que está sendo expulso daquele estado com destino a Rondônia, Acre ou Roraima *** Já temos lideranças consolidadas em Rondônia, não precisamos de candidaturas forasteiras por aqui. Fora Carluxo também em Rondônia *** Trocando de saco para mala: se tudo der certo Porto Velho ficará bem na foto com os novos hospitais *** Vejam só: O governo estadual prevê o Heuro, agora já com novo endereço a prefeitura projeta adquirir o Hospital das Clínicas e a Faculdade Católica implantando seu hospital universitário.
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