Os personagens que podem inocentar (ou não) o senador Flávio Bolsonaro da suspeita da “rachadinha” têm um ponto em comum: todos desapareceram
Queiroz era lotado no gabinete do deputado estadual, senador eleito e filho do presidente
A declaração foi feita durante entrevista à TV Bloomberg em Davos, na Suíça
Ambas tinham o cargo CCDAL-5 e recebiam salários de R$ 6.490,35. A exoneração delas ocorreu em novembro do ano passado
Fabricio Queiroz é suspeito de desviar salários de funcionários do gabinete do senador eleito
Flávio alegou que não teve acesso aos autos e que só foi notificado do convite para depor em 7 de janeiro, às 12h19. O MP, no entanto, enviou nota em 21 de dezembro, sugerindo a data de hoje para a audiência
Anúncio se estende à mulher e às filhas de Fabrício Queiroz e foi feito após elas faltarem depoimento
Na primeira vez ele alegou problemas de saúde para não prestar esclarecimentos às autoridades
Fabrício Queiroz era aguardado para prestar esclarecimento sobre movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão em sua conta
O nome de Fabrício Queiroz, ex-assessor do filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro, é citado no relatório que integrou a investigação da Operação
Nathalia é mencionada pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) no relatório que identificou movimentação atípica em nome do pai dela
De acordo com relatório do Coaf, o ex-assessor de Flávio teve movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em suas contas bancárias num período de doze meses
Uma das transações na conta do assessor parlamentar citadas no relatório do Coaf é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro.
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