Com o seu espírito nocivo e pugnaz, o obsoleto passarinho da casa não conseguiu voar, e ao contrário do que se pensava, o coitadinho foi para dentro de uma gaiola de ferro bruto.
O obliterado povo, diante da extrema humilhação, estava sendo regado à base de opulência e do opróbrio de um egoísmo expatriado repugnante, conseguiu reagir graças a uma linguagem midiática libertadora que mostrou a verdade ao povo, antes que o povo, fosse finalmente exposto ao pé da cova humilhante de uma politicagem fútil e sem futuro.
A sua opulenta perniciosidade veio morar na casa das três marias como se fosse um filho da própria casa. Mentira, o passarinho de cera, se quer chegou a pousar no seu ninho, pois o ninho não existira, e era apenas um boneco gritando, tentando subir no pau de sebo como a sua infalível careta destinada a persuadir a comunidade desprotegida e sem voz.
Ele insiste em contrariar a justiça midiática e a sua liberdade constitucional de expressão. Alguém pode até indagar sobre a justiça midiática, mas jamais, poderá indagar a idoneidade daqueles que lutam para mostrar a sociedade a transparência, a verdade e a ética.
Ele continua sendo a maior obra da corte, ele continua sendo a alegria falsária da imaginação doutrinária sem rumo e sem justiça. Coitado, não pense que irá nos enganar, pois, a sua sombria morada da casa das três marias, jamais irá derrotar a liberdade de expressão, e será, finalmente postergado pelo povo.