Os possíveis atos ilícitos culminaram na deflagração da operação “Imprevidência” pela Polícia Federal que prendeu quatro pessoas e cumpriu mais de 30 mandados judiciais.
Os supostos esquemas de corrupção aconteciam dentro do IPAM (Instituto de Previdência de Porto Velho) e contavam com a participação de empresários, lobistas, corretores financeiros e servidores públicos.
Os agentes continuam em campo com as ações, investigando outros órgãos e empresas que tenham ligação com as denúncias feitas na DPF-RO.
As seis horas da manhã, agentes federais entraram no escritório do advogado Agnaldo Muniz.
IMPREVIDÊNCIA – Polícia Federal investiga desvio de 80 milhões no IPAM
Uma das residencias alvo é a do irmão do prefeito, empresário Gilson Nazif.
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