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Jefferson sobre desistência de indicar filha: 'Vamos andar para frente'

Segundo o presidente do PTB, Cristiane Brasil seguirá como deputada federal, enquanto ele conversará com o presidente Michel Temer sobre a indicação de outro nome

FOLHAPRESS

20 de Fevereiro de 2018 às 14:31

Jefferson sobre desistência de indicar filha: 'Vamos andar para frente'

FOTO: (Reprodução)

Sem previsão de uma decisão judicial, o PTB desistiu da indicação da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) para o comando do Ministério do Trabalho.

 

O presidente nacional do partido, Roberto Jefferson, disse à reportagem que conversará com o presidente Michel Temer sobre a indicação de outro nome da legenda para a pasta.

 

Segundo ele, a sua filha seguirá como deputada federal. A informação de que o partido indicará outro nome foi antecipada pela Folha de S.Paulo.

 

"O caminho será conversado com o presidente. A ministra Cármen Lúcia não votará antes do segundo semestre. Vamos andar, caminhar para frente", disse Jefferson.

 

A previsão é de que o dirigente do partido converse ainda nesta semana com o emedebista para fechar um nome para a pasta.

 

Os mais cotados para o cargo são os deputados federais Alex Canziani (PR) e Jorge Corte Leal (PE). A legenda chegou a sugerir anteriormente Sérgio Moraes (RS), mas o presidente demonstrou resistência.

 

Em 2009, ele causou polêmica ao dizer que estava "se lixando para a opinião pública" quando defendeu o ex-deputado federal Edmar Moreira, que ficou conhecido por ter sido dono de um castelo no interior de Minas Gerais.

 

Ele era o relator no conselho de ética de acusação contra o mineiro por suposta apresentação de notas falsas ao justificar o uso de verba indenizatória. Com a declaração, Moraes acabou trocado da função.

 

O presidente trava há quase dois meses uma guerra jurídica com o Poder Judiciário pela nomeação de Cristiane Brasil. Ela foi impedida de assumir pela primeira instância federal por condenações na área trabalhista.

 

A suspensão foi mantida pela segunda instância e, posteriormente, pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, que revogou decisão do ministro Humberto Martins, do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

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