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ENTREVISTA: Delegado e advogada falam sobre prisão de Agepen suspeito de matar mulher

"Teodoro", como é conhecido o agente penitenciário, foi preso por força de mandado de prisão temporária após se apresentar com duas advogadas na Delegacia Especializada.

RONDONIAOVIVO

20 de Setembro de 2018 às 17:39

O diretor da Delegacia Especializada em Crimes Contra Dr° Carlos Eduardo Ferreira e a advogada Malbânia Maria Moura conversaram com a imprensa na tarde desta quinta-feira (20) sobre a prisão do agente penitenciário Willian A. Teodoro, 41, suspeito de matar estrangulada Maristela Freitas Alves, 36, na manhã do dia 08 deste mês no balneário Rio das Graças, localizado na Estrada dos Japoneses, em Porto Velho. 

 

"Teodoro", como é conhecido o agente penitenciário, foi preso por força de mandado de prisão temporária após se apresentar com duas advogadas na Delegacia Especializada.

 

Em entrevista, o delegado Carlos Eduardo contou que a polícia tem provas contundentes de que o agente é o autor do crime. Horas antes do assassinato, a vítima e o suspeito estariam ingerindo bebida alcoólica em um bar na Avenida Jatuarana com Rua da Beira, bairro Jardim Eldorado. Teodoro teria conhecido a mulher naquele dia. 

 

Na manhã de sábado (08), o corpo da vítima foi encontrado sem roupas no balneário Rio das Garças. Segundo a perícia, a mulher foi agredida e morta por estrangulamento. Não ficou comprovado se ela teria sido abusada sexualmente. O suspeito nega o crime e diz que só vai falar em juízo.

 

Porém, a polícia obteve  filmagens da saída do veículo do agente que mostram ele no local, além de provas testemunhais. O carro modelo Gol de cor branca foi apreendido como objeto de inquérito.

 

Uma das advogadas do agente penitenciário, Dr° Malbânia Maria Moura declarou que o cliente toma remédio controlado por conta de um atentado dentro do sistema penitenciário. Tal crime teria sido praticado por membros de facções criminosas a mando de presidiários da capital.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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