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LEI SECA: Instrutora de autoescola, geólogo e engenheiro estão entre os 26 presos

Teve ainda um motorista preso por direção perigosa que quase atropela um portador de necessidades especiais.

RONDONIAOVIVO

17 de Fevereiro de 2018 às 07:58

LEI SECA: Instrutora de autoescola, geólogo e engenheiro estão entre os 26 presos

FOTO: (Divulgação)

Na madrugada deste sábado (17), a operação Trânsito Vivo - Lei seca, prendeu 26 condutores por embriaguez na direção. As abordagens ocorreram de forma simultânea na Avenida Jatuarana, bairro Cohab e Rua Tenreiro Aranha, no Tucumanzal, região Central de Porto Velho. Teve ainda um motorista preso por direção perigosa que quase atropela um portador de necessidades especiais.

 

Um dos casos que também chamou a atenção foi o de uma instrutora de autoescola de 45 anos. Ela pilotava uma motocicleta modelo Titan, quando foi parada na blitz. O teste de etilômetro apontou teor alcoólico de 0,58 MG/L.

 

Um geólogo de 55 anos foi preso ao ser flagrado dirigindo uma caminhonete Ranger. Ele realizou o teste e o resultado foi 0,45 MG/L. 

 

Em outra abordagem, um vigilante de 34 anos foi preso após o teste de bafômetro apresentar teor alcoólico de 0,70 MG/L. Enquanto eram realizados os autos de infração, o suspeito saiu em fuga a pé para um terreno baldio, mas logo foi capturado e algemado.

 

Conduzindo um automóvel Fiat Pálio, um engenheiro florestal de 50 anos foi preso após o teor alcoólico apontar resultado de 0,39 MG/L. A documentação do Pálio estava atrasada e o veículo foi apreendido. Já quase no final da operação, um homem de 29 anos foi preso pelo crime de direção perigosa. Ele conduzia um automóvel modelo Gol e ao ver a blitz saiu em fuga. Por muito pouco, o homem não atropela um deficiente físico que atravessava a via. 

 

Na abordagem foi verificado que o teor alcoólico do suspeito era de 0,29 MG/L, não caracterizando embriaguez na direção, mas considerado infração de trânsito.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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