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DEVEDORES: Cresce a inadimplência no comércio no mês de junho e ultrapassa 2018

Em junho de 2019, cada consumidor inadimplente em Rondônia tinha em média 1,993 dívidas em atraso

ASSESSORIA CDL

16 de Julho de 2019 às 15:29

DEVEDORES: Cresce a inadimplência no comércio no mês de junho e ultrapassa 2018

FOTO: (Assessoria CDL)

O número de inadimplentes de Rondônia cresceu 4,35% em junho de 2019, em relação a junho de 2018. O dado ficou acima da média da região Norte (2,16%) e acima da média nacional (1,66%). Na passagem de maio para junho, o número de devedores de Rondônia cresceu 2,08%. Na região Norte, na mesma base de comparação, a variação foi de 0,80%. Por faixa etária, o número de devedores com participação mais expressiva em Rondônia em junho foi o segmento de 30 a 39 anos (27,24%).

 

Já o número de dívidas em atraso por moradores de Rondônia, em junho de 2019, caiu -0,06%, em relação a junho de 2018. O dado ficou acima da média da região Norte (-1,75%) e acima da média nacional (-0,97%). Na passagem de maio para junho, o número de dívidas de Rondônia cresceu 1,54%. Na região Norte, nessa mesma base de comparação, a variação foi de 0,91%.

 

O setor com participação mais expressiva do número de dívidas em junho no estado de Rondônia foi o Comércio, com 33,75% do total de dívidas.  Em seguida vem os bancos, com 30,63%, e as contas de água e luz que juntas somam 19,52% de inadimplentes.

 

Em junho de 2019, cada consumidor inadimplente em Rondônia tinha em média 1,993 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Norte (1,846 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,880 dívidas para cada pessoa inadimplente).

 

O primeiro semestre de 2019 tem sido puxado para o comércio”, resume a presidente da CDL – Porto Velho, Joana Joanora das Neves. “Quando a inadimplência aumenta é sinal de que o dinheiro está mais sumido da praça. As pessoas estão com o orçamento mais apertado. Desemprego batendo às portas de muita gente. Muitos que fizeram contas estão se vendo em apuros para pagá-las. Esperamos que a economia reaja na segunda metade do ano”, pondera.

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