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DURANTE CHEIA: Prefeitura não paga conta e Defesa Civil tem energia cortada

Várias famílias de desabrigados estão sendo atendidas pelos servidores do órgão

RONDONIAOVIVO

13 de Março de 2019 às 15:31

DURANTE CHEIA: Prefeitura não paga conta e Defesa Civil tem energia cortada

FOTO: (Divulgação)

Principal órgão de monitoramento e apoio aos atingidos com a cheia do rio Madeira em Porto Velho, a Defesa Civil é gerida pela Prefeitura da capital e vêm realizando um trabalho constante para socorrer diversas comunidades desabrigadas.

 

Durante anos, a Defesa Civil ficou instalada nas dependências do Palácio Tancredo Neves, sede da prefeitura da capital rondoniense, mas foi na gestão Hildon Chaves que o departamento ganhou uma nova sede, um espaço alugado onde antes funcionava o antigo Hotel Sumaúma, localizado no Centro da cidade.

 

A rotina de trabalho das equipes da Defesa Civil é intensa, começa logo nas primeiras horas da manhã, todos os dias da semana, elas se dividem em um município com território de um país, com o objetivo de atender dezenas de distritos e comunidades ribeirinhas, além das ações no acampamento dos desabrigados, montado no ginásio Fidoca, zona Leste da cidade.

 

Mesmo com tantas demandas relacionadas à vida da comunidade portovelhense, os servidores da Defesa Civil tiveram de encarar um problema desagradável e prejudicial aos trabalhos, um corte no abastecimento de energia elétrica em decorrência do não pagamento da conta.

 

Sem querer saber, a Energisa bloqueou o fornecimento de energia do prédio, deixando os trabalhadores às escuras. De acordo com o monitoramento do Serviço de Proteção da Amazônia – SIPAM, o rio Madeira registrou nesta quarta (13) o nível de 17,19 metros e continua afetando centenas de pessoas.

 

Em contato com a Defesa Civil a reportagem foi informada que o abastecimento de energia no prédio foi cortado na última segunda-feira (11), porém foi reestabelecido no mesmo dia.

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